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Como as células-tronco mesenquimais podem ser aliadas no tratamento da diabetes?

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As células-tronco mesenquimais (CTMs) podem ser aliadas promissoras em pesquisas para o tratamento do diabetes tipo 1 e tipo 2, oferecendo alternativas além do simples controle sintomático, realizado hoje. Essas células, estudadas em ensaios recentes, agem tanto na modulação imune quanto na regeneração de tecidos, podendo contribuir para a parar a degeneração das células β-pancreáticas e para a redução de complicações da doença.

Como as células-tronco mesenquimais podem ser aliadas no tratamento da diabetes?

Como as Células-Tronco Mesenquimais atuam na diabetes?

• Imunomodulação e reparo: CTMs são células multipotentes capazes de liberar fatores bioativos que reduzem inflamação, promovem angiogênese e protegem as células β do ataque autoimune (fundamental para o diabetes tipo 1).

• Migração dirigida: Demonstram tropismo, ou seja, conseguem migrar até regiões do corpo prejudicadas, como as ilhotas pancreáticas, participando tanto da proteção quanto do suporte regenerativo para que os próprios pacientes regenerem os tecidos danificados.

Principais resultados em estudos clínicos

Diabetes tipo 1: Pesquisas brasileiras e internacionais apontam que células-tronco mesenquimais ajudam a prolongar a produção residual de insulina e reduzem significativamente a necessidade de insulina externa, mantendo melhor controle glicêmico mesmo após três anos.

Recentemente um ensaio clínico experimental com zimislecel* chamou muita atenção, produto com base em células-tronco diferenciadas em ilhotas, eliminou a necessidade de insulina farmacêutica em até 83% dos pacientes após um ano de acompanhamento, sinalizando um avanço expressivo no controle da doença.

Diabetes tipo 2: Ensaios mostram que a infusão de CTMs reduz marcadores como hemoglobina glicada (HbA1c) e glicemia em jejum, além de proporcionar diminuição da resistência insulínica e, em alguns casos, até permitir a redução ou suspensão dos medicamentos convencionais, como insulina e antidiabéticos orais.

Limites, perspectivas e fontes das Células-Tronco Mesenquimais

Apesar dos resultados animadores, as terapias celulares com CTMs para diabetes ainda não são aprovadas de forma ampla e comercial; estudos de fases avançadas continuam em andamento e ainda são necessários ensaios multicêntricos, randomizados e de longo prazo para confirmar a eficácia e segurança em ampla escala.

As Células-Tronco Mesenquimais podem ser obtidas de diferentes fontes com diferentes protocolos, como tecido adiposo, medula óssea,  tecido do cordão umbilical e iPSCs.

O papel da StemCorp

Com infraestrutura laboratorial certificada e atuação em pesquisas clínicas de ponta, a StemCorp oferece coleta, expansão e armazenamento de células-tronco mesenquimais de múltiplas fontes, permitindo o acesso dos clientes a futuras aplicações clínicas em diabetes e outras doenças crônicas.

Armazenar Células-Tronco Mesenquimais hoje, enquanto se está saudável, pode garantir acesso imediato e personalizado a terapias avançadas que estão em rápida evolução mundialmente — e poderá representar, em breve, uma virada no paradigma de tratamento do diabetes.

Entre em contato com a equipe da StemCorp para entender mais sobre os protocolos de coleta, armazenamento e uso clínico dessas células.


Destaque Científico – Zimislecel da Vertex para Diabetes Tipo 1

A Vertex apresentou dados clínicos positivos sobre o zimislecel (também conhecido como VX-880), uma terapia celular para diabetes tipo 1 baseada em células-tronco pluripotentes IPSCs. Essas células são completamente diferenciadas em ilhotas pancreáticas produtoras de insulina (chamadas islet cells) em laboratório, utilizando tecnologia própria, e infundidas diretamente na veia porta do fígado dos pacientes.

O Zimislecel representa uma inovação porque utiliza ilhotas derivadas de células-tronco pluripotentes (allogeneicas) — isto é, de doador e não do próprio paciente — o que aumenta a disponibilidade do tratamento. Após uma única infusão, 83% dos pacientes em estudo de fase 1/2 alcançaram independência de insulina ao longo de pelo menos um ano de acompanhamento; todos tiveram melhora do controle glicêmico e eliminação de episódios graves de hipoglicemia. Para evitar rejeição das células transplantadas, é necessário o uso de imunossupressores contínuos.

Esses resultados reforçam o avanço da medicina regenerativa no tratamento do diabetes tipo 1 com células-tronco e marcam um passo importante para próximas terapias celulares.

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