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Células-tronco mesenquimais no tratamento de lesões na medula espinhal: o que a ciência já descobriu?

Você sabe o que são as células-tronco mesenquimais na lesão medular?

Lesões na medula espinhal, comuns em traumas como acidentes e quedas, podem causar paralisia e perda sensorial frequentemente permanentes. Atualmente, os tratamentos disponíveis são limitados à minimização de danos e à reabilitação.

Nesse contexto, as células-tronco mesenquimais na lesão medular emergem como uma abordagem regenerativa promissora, com evidências científicas crescentes de segurança, assim como possíveis ganhos funcionais em estudos clínicos e pré-clínicos.

Células-tronco mesenquimais na lesão medular: o que são CTMs e por que elas importam nesse cenário?

As células-tronco mesenquimais (CTMs) são células multipotentes encontradas em tecidos adultos. Por exemplo:

Elas têm a capacidade de se diferenciar em diferentes tipos celulares e principalmente de secretar fatores bioativos que ajudam a:

  • Combater a inflamação
  • Proteger neurônios
  • Estimular o reparo tecidual

No caso das células-tronco mesenquimais na lesão medular, sua atuação vai além do suporte sintomático, elas atuam reduzindo cicatrizes gliais, promovendo angiogênese, bem como facilitando reconexões neurais — mecanismos que vão além do suporte sintomático.

Evidências de ensaios clínicos e estudos recentes

Células-tronco mesenquimais no tratamento de lesões na medula espinhal: o que a ciência já descobriu?

Estudos clínicos de fase I/II com CTMs, tanto autólogas quanto alogênicas, administradas por via intratecal ou local, têm demonstrado resultados relevantes.

Segurança consistente

Diversos estudos relatam ausência de eventos adversos graves em dezenas de pacientes, com efeitos colaterais leves e transitórios reforçando, portanto, o perfil de segurança das terapias.

Melhoras funcionais

Entre os principais achados estão, por exemplo:

  • Ganho de 1 a 2 graus na escala ASIA motora e sensorial
  • Recuperação de controle esfincteriano
  • Sinais positivos em potenciais evocados

Aliás, esses resultados são especialmente observados em pacientes com lesões crônicas.

Efeitos neuroprotetores

Em modelos animais, CTMs derivadas de tecido adiposo demonstraram:

  • Redução da apoptose
  • Diminuição da inflamação
  • Melhora da locomoção

Esses efeitos estão associados à regulação de proteínas importantes, como a programulina, por exemplo.

Uma revisão de 26 ensaios confirma que CTMs melhoram escores sensoriais e motores, com terapias combinadas (células + neuromodulação) ampliando benefícios.

Destaque brasileiro: o avanço da polilaminina

No Brasil, um avanço recente tem chamado a atenção da comunidade científica: a polilaminina.

Essa proteína sintética, inspirada na laminina, foi desenvolvida para guiar a regeneração axonal. Então, em estudos iniciais de fase I, autorizados pela Anvisa em 2026, os resultados mostraram:

  • Recuperação de movimentos em até 75% dos casos agudos
  • Desempenho superior aos cerca de 15% observados em abordagens convencionais.

Sem dúvida, é um avanço extremamente promissor para a ciência nacional. No entanto, assim como as terapias com células-tronco, esses resultados ainda são experimentais e precisam de validação em estudos maiores.

Por que armazenar células-tronco mesenquimais para o futuro?

Diante desses avanços, o armazenamento de células-tronco mesenquimais surge como uma estratégia de longo prazo.

Ao armazenar CTMs, você garante acesso a células mais jovens e com maior potencial biológico, aptas para possíveis terapias personalizadas no futuro.

A StemCorp oferece soluções completas de:

  • Coleta
  • Expansão celular
  • Armazenamento em laboratório ISO 7/GMP, licenciado pela Anvisa

Com rastreabilidade total e uma equipe com mais de 20 anos de experiência em terapia celular, a empresa atua próxima às inovações científicas que estão moldando a medicina regenerativa.

Portanto, essa estrutura permite que você e sua família estejam preparados para futuras possibilidades terapêuticas, com base em ciência e segurança.

Células-tronco mesenquimais na lesão medular: um caminho promissor, ainda em evolução

O uso de células-tronco mesenquimais na lesão medular representa um dos caminhos mais promissores da medicina regenerativa atual.

Mas embora os resultados sejam animadores, é importante reforçar que essas abordagens ainda estão em fase de pesquisa e evolução clínica.

Enfim, acompanhar esses avanços — e se preparar para eles — pode ser uma forma estratégica de investir em saúde e no futuro. Ficou interessado em fazer sua coleta? Então, clique aqui e fale com um dos nossos especialistas!

Células-tronco mesenquimais no Parkinson: avanços, estudos e o futuro da medicina regenerativa

Células-tronco mesenquimais no Parkinson: você já conferiu os avanços da medicina?

A doença de Parkinson é uma condição neurodegenerativa crônica que afeta milhões de pessoas no mundo. Atualmente, os tratamentos disponíveis têm como foco o controle dos sintomas, sem conseguir interromper a progressiva perda de neurônios dopaminérgicos.

Nesse cenário, as células-tronco mesenquimais no Parkinson vêm sendo estudadas como uma estratégia promissora dentro da medicina regenerativa, com potencial de atuar na proteção neuronal, modulação inflamatória, assim como suporte ao tecido cerebral.

O que são células-tronco mesenquimais?

As CTMs são células adultas multipotentes, capazes de se diferenciar em diversos tipos celulares (como osso, cartilagem, músculo e gordura) e de secretar moléculas com ação anti-inflamatória, imunomoduladora e regenerativa.

Elas podem ser obtidas de fontes como medula óssea, tecido adiposo (gordura), polpa dentária e tecido do cordão umbilical, com boa segurança e baixa imunogenicidade em diferentes aplicações clínicas.

Além disso, o uso das células-tronco mesenquimais no Parkinson tem sido estudado principalmente por sua capacidade de atuar de forma indireta, através do chamado secretoma.

Por que são chamadas de “farmácia inteligente”?

Células-tronco mesenquimais no Parkinson: avanços, estudos e o futuro da medicina regenerativa

As CTMs são frequentemente descritas como uma “farmácia inteligente” porque liberam fatores biológicos de acordo com a necessidade do tecido.

No contexto do Parkinson, esses fatores podem, por exemplo:

  • Reduzir a inflamação crônica no sistema nervoso central
  • Proteger neurônios dopaminérgicos contra estresse oxidativo
  • Estimular reparo tecidual e plasticidade neural

Existem estudos sobre células-tronco mesenquimais no Parkinson?

Um dos trabalhos pioneiros com CTMs em Parkinson foi o estudo aberto conduzido por Venkataramana e colaboradores, publicado em 2010 na revista Cytotherapy. Vamos entender melhor:

  • Metodologia: 7 pacientes com doença de Parkinson idiopática receberam transplante autólogo de CTMs, processadas em laboratório e aplicadas no sistema nervoso central (via intratecal).
  • Avaliação: os participantes foram acompanhados por até 12 meses com exame neurológico, escala UPDRS (Unified Parkinson’s Disease Rating Scale), exames de imagem e testes laboratoriais.

Os resultados apontaram:

  • Redução média em torno de 20–25% na pontuação da UPDRS, indicando melhora clínica motora.
  • Relatos de melhora em rigidez, coordenação e atividades do dia a dia.
  • Ausência de eventos adversos graves, sugerindo um bom perfil de segurança nessa fase inicial.

Mas por ser um estudo piloto, sem grupo controle e com poucos pacientes, os autores reforçam que os dados são exploratórios. Porém, são encorajadores e justificam novos ensaios em maior escala.

O que as pesquisas mais recentes mostram?

A evolução dos estudos com células-tronco mesenquimais no Parkinson trouxe avanços importantes:

Ensaios de fase II, randomizados e controlados, avaliando infusões intravenosas de CTMs alogênicas de medula óssea em Parkinson, com dados iniciais mostrando boa tolerabilidade e segurança regulatória (incluindo o primeiro estudo aprovado pela FDA com MSCs para Parkinson).

Revisões e análises sistemáticas sugerindo que terapias baseadas em células-tronco mesenquimais, bem como em vesículas extracelulares derivadas de CTMs, podem reduzir inflamação, melhorar performance motora em modelos animais e manter efeitos por várias semanas após a aplicação.

Contudo, ainda não há terapia com CTMs aprovada comercialmente para Parkinson, e os estudos em humanos seguem em fases I/II, focando em segurança, dose e sinais preliminares de eficácia. Portanto, a mensagem central hoje é: o campo é promissor, mas ainda experimental.

⚠️ Importante:

Ainda não existe terapia com CTMs aprovada comercialmente para Parkinson. Os estudos seguem em fases iniciais (I/II), com foco em segurança, dose e eficácia preliminar.

Por que falar em armazenamento de Células-Tronco Mesenquimais agora?

Diante desse cenário científico e dos avanços em saúde regenerativa, armazenar células-tronco mesenquimais jovens e bem caracterizadas é uma estratégia de longo prazo para quem deseja ter acesso a possíveis protocolos de medicina regenerativa no futuro. 

As células-tronco mesenquimais vêm sendo estudadas não apenas em Parkinson, mas também em:

Quando coletadas em fases precoces da vida (por exemplo, a partir do tecido do cordão umbilical, da polpa dentária ou do tecido adiposo em boas condições de saúde), essas células tendem a apresentar, por exemplo:

  • Maior capacidade de expansão em laboratório.
  • ​Perfil funcional mais estável
  • Menor risco de alterações associadas ao envelhecimento.​

StemCorp: tecnologia e compromisso com o futuro da medicina

A StemCorp atua com foco em coleta, processamento e armazenamento de células-tronco mesenquimais em ambiente controlado (laboratório classe ISO 7, padrões GMP, licenças da Anvisa e Vigilância Sanitária). Assim, é possível garantir rastreabilidade e qualidade ao longo de todo o processo.

Portanto, além de oferecer soluções personalizadas para famílias e pacientes que desejam constituir um banco biológico seguro, nós também participamos dos avanços em ensaios clínicos com CTMs e mantemos parcerias científicas que fortalecem a tradução da pesquisa para a prática. 

Então, armazenar as células-tronco mesenquimais hoje é uma decisão com potencial de impacto direto na forma como cada pessoa e sua família poderão se beneficiar dessas terapias no futuro.

Enfim, se você quiser entender melhor como funciona a coleta, o processamento e o armazenamento das células-tronco mesenquimais, a equipe da StemCorp está pronta para orientar em cada etapa e ajudar a planejar esse investimento em saúde de longo prazo. Fale conosco!

Como as células-tronco mesenquimais podem ser aliadas no tratamento da diabetes?

As células-tronco mesenquimais (CTMs) podem ser aliadas promissoras em pesquisas para o tratamento do diabetes tipo 1 e tipo 2, oferecendo alternativas além do simples controle sintomático, realizado hoje. Essas células, estudadas em ensaios recentes, agem tanto na modulação imune quanto na regeneração de tecidos, podendo contribuir para a parar a degeneração das células β-pancreáticas e para a redução de complicações da doença.

Como as células-tronco mesenquimais podem ser aliadas no tratamento da diabetes?

Como as Células-Tronco Mesenquimais atuam na diabetes?

• Imunomodulação e reparo: CTMs são células multipotentes capazes de liberar fatores bioativos que reduzem inflamação, promovem angiogênese e protegem as células β do ataque autoimune (fundamental para o diabetes tipo 1).

• Migração dirigida: Demonstram tropismo, ou seja, conseguem migrar até regiões do corpo prejudicadas, como as ilhotas pancreáticas, participando tanto da proteção quanto do suporte regenerativo para que os próprios pacientes regenerem os tecidos danificados.

Principais resultados em estudos clínicos

Diabetes tipo 1: Pesquisas brasileiras e internacionais apontam que células-tronco mesenquimais ajudam a prolongar a produção residual de insulina e reduzem significativamente a necessidade de insulina externa, mantendo melhor controle glicêmico mesmo após três anos.

Recentemente um ensaio clínico experimental com zimislecel* chamou muita atenção, produto com base em células-tronco diferenciadas em ilhotas, eliminou a necessidade de insulina farmacêutica em até 83% dos pacientes após um ano de acompanhamento, sinalizando um avanço expressivo no controle da doença.

Diabetes tipo 2: Ensaios mostram que a infusão de CTMs reduz marcadores como hemoglobina glicada (HbA1c) e glicemia em jejum, além de proporcionar diminuição da resistência insulínica e, em alguns casos, até permitir a redução ou suspensão dos medicamentos convencionais, como insulina e antidiabéticos orais.

Limites, perspectivas e fontes das Células-Tronco Mesenquimais

Apesar dos resultados animadores, as terapias celulares com CTMs para diabetes ainda não são aprovadas de forma ampla e comercial; estudos de fases avançadas continuam em andamento e ainda são necessários ensaios multicêntricos, randomizados e de longo prazo para confirmar a eficácia e segurança em ampla escala.

As Células-Tronco Mesenquimais podem ser obtidas de diferentes fontes com diferentes protocolos, como tecido adiposo, medula óssea,  tecido do cordão umbilical e iPSCs.

O papel da StemCorp

Com infraestrutura laboratorial certificada e atuação em pesquisas clínicas de ponta, a StemCorp oferece coleta, expansão e armazenamento de células-tronco mesenquimais de múltiplas fontes, permitindo o acesso dos clientes a futuras aplicações clínicas em diabetes e outras doenças crônicas.

Armazenar Células-Tronco Mesenquimais hoje, enquanto se está saudável, pode garantir acesso imediato e personalizado a terapias avançadas que estão em rápida evolução mundialmente — e poderá representar, em breve, uma virada no paradigma de tratamento do diabetes.

Entre em contato com a equipe da StemCorp para entender mais sobre os protocolos de coleta, armazenamento e uso clínico dessas células.


Destaque Científico – Zimislecel da Vertex para Diabetes Tipo 1

A Vertex apresentou dados clínicos positivos sobre o zimislecel (também conhecido como VX-880), uma terapia celular para diabetes tipo 1 baseada em células-tronco pluripotentes IPSCs. Essas células são completamente diferenciadas em ilhotas pancreáticas produtoras de insulina (chamadas islet cells) em laboratório, utilizando tecnologia própria, e infundidas diretamente na veia porta do fígado dos pacientes.

O Zimislecel representa uma inovação porque utiliza ilhotas derivadas de células-tronco pluripotentes (allogeneicas) — isto é, de doador e não do próprio paciente — o que aumenta a disponibilidade do tratamento. Após uma única infusão, 83% dos pacientes em estudo de fase 1/2 alcançaram independência de insulina ao longo de pelo menos um ano de acompanhamento; todos tiveram melhora do controle glicêmico e eliminação de episódios graves de hipoglicemia. Para evitar rejeição das células transplantadas, é necessário o uso de imunossupressores contínuos.

Esses resultados reforçam o avanço da medicina regenerativa no tratamento do diabetes tipo 1 com células-tronco e marcam um passo importante para próximas terapias celulares.

Quais doenças já são tratadas com células-tronco mesenquimais?

Quais doenças podem ser tratadas hoje com células-tronco mesenquimais? 

As células-tronco mesenquimais (CTMs) vêm sendo estudadas em todo o mundo pelo seu potencial em regeneração e modulação imunológica. Na StemCorp, nossa missão é usar a ciência para garantir acesso à melhor tecnologia quando falamos de coleta, expansão e armazenamento dessas células para uso futuro.

O que são células-tronco mesenquimais?

 As CTMs são células “curinga” com origem em tecidos adultos, como polpa dentária, cordão umbilical e tecido adiposo. O diferencial dessas células é a capacidade de se multiplicar e se transformar em vários tipos celulares do organismo, com destaque para ossos, cartilagens, músculos e gordura, além de atuarem regulando a resposta imunológica e acelerando a recuperação de tecidos.

Na StemCorp, realizamos a coleta e criopreservação segundo padrões de qualidade nacionais e internacionais.

Principais indicações e evidências científicas da aplicação de CTM

1- Doenças autoimunes e inflamatórias

Artrite reumatoide, lúpus e Doença de Crohn: CTMs têm efeitos imunossupressores que ajudam a reduzir a inflamação e os sintomas dessas doenças, conforme comprovado por estudos clínicos e revisões científicas recentes.


2 – Doenças ortopédicas e regeneração óssea

Osteoartrite e lesões da cartilagem: Pacientes apresentam melhora da dor e função articular em ensaios clínicos com CTMs derivadas de medula óssea, gordura ou cordão.
Osteogênese Imperfeita: Crianças tratadas apresentam redução nas fraturas e melhora clínica, ainda que o efeito seja temporário e necessite de injeções periódicas. .


3- Doenças neurológicas e neuromusculares

Esclerose múltipla (EM): Ensaios recentes mostram que as CTMs podem modular a autoimunidade e sugerem benefícios na remielinização e recuperação funcional, especialmente nos tipos progressivos da doença, com bom perfil de segurança.
Lesões encefálicas e medulares: Evidências sugerem melhora na neuroproteção, plasticidade e função em quadros de AVC, traumatismos e outras lesões nervosas.


4- Doenças do coração e fígado

Infarto agudo do miocárdio: Estudos indicam que o transplante de CTMs pode reduzir cicatrizes e melhorar a função cardíaca.
Fibrose hepática: Resultados mostram potencial regenerativo com diminuição da fibrose em testes pré-clínicos e estudos iniciais em humanos.


5- Doenças pulmonares

COVID-19 e síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA): CTMs auxiliam na redução da inflamação pulmonar e melhoria da oxigenação em pacientes graves, sendo indicadas em protocolos experimentais durante a pandemia.

Panorama das pesquisas no Brasil e mundo

Desde 2008, mais de mil ensaios clínicos com CTMs vêm sendo registrados, incluindo doenças autoimunes, ortopédicas, neurológicas e cardíacas.

Países como EUA, China, Japão e União Europeia lideram o desenvolvimento. No Brasil, seguimos a tendência mundial com estudos próprios e colaborações internacionais. Nosso time da StemCorp participa de pesquisas pioneiras em terapia celular. Como para incontinência urinária, lesão de cartilagem e degeneração muscular, sempre prezando sempre pela excelência científica e pela ética.

Por que armazenar suas células-tronco hoje?

 As CTMs representam uma das maiores promessas da medicina. Como o uso terapêutico está em constante expansão e cada dia mais doenças podem ser tratadas, armazenar CTMs jovens e saudáveis é investir na saúde do futuro – tanto para você quanto para sua família.

Pronto para saber mais?

Se você quer garantir acesso a terapias inovadoras e participar deste movimento científico, entre em contato com nosso time. Estamos à disposição para esclarecer dúvidas, apresentar nosso método seguro de coleta e mostrar o impacto das células-tronco mesenquimais no avanço da medicina personalizada.

Armazene suas células hoje mesmo com a StemCorp. Prepare-se para um futuro de saúde e possibilidades com o melhor da medicina regenerativa.

Cordão umbilical: por que essa é uma das melhores fontes de células-tronco mesenquimais?

O tecido do cordão umbilical é a melhor fonte de células-tronco mesenquimais (CTMs) para uso futuro em medicina regenerativa. Coletadas de forma segura no momento do parto, este material – que seria descartado – contém células com características únicas, conferindo vantagens terapêuticas.

Características das células-tronco mesenquimais do cordão umbilical

Juventude celular e alta capacidade de expansão: CTMs do cordão apresentam maior potencial de multiplicação e diferenciação do que as outras fontes de CTMs adultas, mesmo após longos períodos de congelamento. Isso garante plasticidade superior e maior eficácia para terapias futuras.
Versatilidade de uso: Podem se transformar em ossos, cartilagem, músculos, gordura e outras linhagens celulares, atuando também na modulação do sistema imunológico e promovendo reparação de tecidos.
Baixa imunogenicidade: Por serem imaturas, as CTMs do cordão têm menor risco de rejeição em transplantes, ampliando a possibilidade de uso em protocolos alogênicos (entre diferentes pessoas).

No cordão temos dois tipos diferentes de células: do sangue e tecido do cordão

Sangue do cordão umbilical: É fonte principal de células-tronco hematopoéticas, usadas classicamente para tratamento de leucemias, linfomas e outras doenças hematológicas. Como a maioria destas doenças tem fundo genético e a multiplicação das células-tronco hematopoiéticas não é possível a grau clínico, a ANVISA tem um guia que desaconselha seu armazenamento para uso próprio. Por isso existem bancos públicos destas células.
Tecido do cordão umbilical: Diferentemente das hematopoiéticas, o cordão é uma fonte rica em CTMs jovens, com elevada capacidade regenerativa, aplicações em ortopedia, cardiologia, neurologia, doenças inflamatórias e até terapia estética.

Avanços científicos e aplicações clínicas das mesenquimais:

Cardiologia: Ensaio clínico internacional comprovou que infusões de CTMs do cordão melhoram a função cardíaca e a qualidade de vida em insuficiência cardíaca, com segurança evidenciada até 12 meses após o procedimento.
Diabetes e doenças metabólicas: Estudos em fase II mostram que o uso dessas células melhora marcadores metabólicos, como a hemoglobina glicada, e apoia a recuperação funcional de células pancreáticas no diabetes tipo 2.
Inflamação e autoimunidade: Ensaios em COVID-19 e outras doenças inflamatórias demonstram melhora na oxigenação e redução dos parâmetros inflamatórios em pacientes críticos.
Neurologia e Ortopedia: Aplicações em ensaios para esclerose múltipla, lesões de cartilagem, úlceras, degeneração muscular e outras patologias estão em diferentes etapas de validação, com ótimos sinais de segurança e benefício clínico.

Não perca a oportunidade de guardar células-tronco no parto!

Ter células-tronco mesenquimais jovens pode fazer a diferença na terapia!
Células mais jovens, maior vigor regenerativo: Garantir a coleta no nascimento permite armazenar células na fase de maior potência funcional, com capacidade ampliada de expansão e menor risco de mutações ao longo dos anos.
Procedimento seguro e indolor: Realizado imediatamente após o parto, sem riscos para mãe ou bebê, utilizando material biológico que seria descartado.
Ética e rastreabilidade: Uso de material sem implicações éticas e total acompanhamento do processo, com laboratórios certificados e tecnologia de ponta para criopreservação.

StemCorp: Pioneirismo científico e estrutura de referência

A StemCorp foi pioneira no Brasil ao isolar e validar cientificamente a viabilidade das células-tronco do tecido do cordão umbilical. Com laboratório de última geração e licenciamento sanitário, a empresa hoje participa de protocolos nas áreas de ortopedia, pneumologia, estética e outros, disponibilizando para as famílias o laboratório mais moderno do país e melhor equipe.

Por que escolher a StemCorp?

A coleta de células-tronco mesenquimais do tecido do cordão no momento do parto é muito mais que uma armazenagem: é um presente estratégico para a saúde do seu filho.
Armazenar as CTMs do cordão no parto é um investimento estratégico, seguro e respaldado por evidências científicas sólidas — um verdadeiro presente para o futuro da saúde de quem você ama.
Se interessou? Entre em contato com a equipe da StemCorp para tirar dúvidas e conhecer todo o processo.

Por que armazenar células-tronco mesenquimais? Conheça os benefícios a longo prazo

Sempre é importante conhecer os fatos científicos antes de decidir!

O armazenamento de células-tronco mesenquimais (CTMs) é uma estratégia inovadora para ampliar as opções de tratamentos futuros — para você e sua família. Essas células, coletadas de fontes como cordão umbilical, polpa dentária e tecido adiposo, já são reconhecidas pelo potencial de regenerar tecidos, regular o sistema imunológico e promover maior segurança em terapias personalizadas.

O que são CTMs e por que armazená-las?

As CTMs são células multipotentes, capazes de se transformar em ossos, cartilagens, músculos e gordura, além de secretar fatores que reduzem inflamação e auxiliam na reparação de tecidos. Essa capacidade faz com que sejam destaque em pesquisas sobre doenças degenerativas, autoimunes e lesões crônicas, e explica o crescente interesse em armazená-las — especialmente enquanto estão em sua forma mais jovem, o que confere maior plasticidade e potencial de multiplicação.


Benefícios do armazenamento de células-tronco novas

1- Células mais jovens demonstram maior eficácia: Estudos mostram que CTMs coletadas no nascimento, especialmente do tecido do cordão umbilical, apresentam maior capacidade de expansão e diferenciação em comparação às de adultos. Isso garante potencial regenerativo superior ao longo dos anos.
2- Tratamentos emergentes e aprovados: Terapias experimentais com CTMs têm demonstrado redução de dor e melhora funcional em casos de osteoartrite e doenças neurológicas, além de avanços em áreas como regeneração cardíaca e combate a inflamações persistentes.
3- Rapidez na utilização terapêutica: Com CTMs armazenadas, a disponibilização das células-tronco para uso terapêutico pode ser mais rápida visto que não requer  coleta ou cultivo de células.
4- Menor risco de rejeição e mais segurança: Para caso de terapias de reparo – reconstrução de tecidos danificados. Usar células do próprio indivídio reduz as chances de reações após a reconstrução e aumenta as possibilidades de tratamentos personalizados, inclusive para familiares compatíveis.


Vantagens da StemCorp

1- Infraestrutura regulamentada: Laboratório com certificação IS07/10.000, homologado pela Anvisa, garantindo qualidade e rastreabilidade do início ao fim do processo.
2- Multiplicidade de fontes: Coleta a partir de diferentes tecidos, aumentando a diversidade e versatilidade terapêutica.
3- Pioneirismo científico: A StemCorp é referência em pesquisa e aplicação de CTMs em protocolos nacionais e internacionais, com histórico comprovado de contribuição para novos tratamentos no Brasil.
4- Acesso imediato: Armazenar hoje é garantir acesso rápido às terapias do futuro, pois o material já estará armazenado..


Armazenar CTMs é investir em saúde, segurança e inovação — colocando à disposição da sua família o que há de mais avançado na medicina regenerativa.

Fale com nosso time e tire suas dúvidas sobre coleta, armazenagem e aplicações das células-tronco mesenquimais. Invista no futuro agora.

Gêmeas Siamesas: Uma História Incrível de Reconstrução Craniana com Células-Tronco Mesenquimais

O processo de reconstrução dos crânios das gêmeas siamesas Allana e Mariah, que nasceram unidas pela cabeça, é uma história notável e repleta de inovações médicas. Essa jornada extraordinária envolveu uma técnica inédita e revolucionária que utilizou células-tronco mesenquimais para a reconstrução craniana.

Neste artigo, exploraremos em detalhes o uso dessas células-tronco e o seu papel vital nesse procedimento inovador. Além disso, destacamos a importância desse caso pioneiro e o trabalho incansável das equipes médicas envolvidas.

A Jornada das Gêmeas Siamesas Allana e Mariah

O Fantástico, programa semanal de domingo da Rede Globo, nos trouxe uma história incrível e que mostra uma revolução para o tratamento com a saúde: o uso de células-tronco mesenquimais para auxiliar no quadro clínico das irmãs Allana e Maria.

As duas meninas são irmãs siamesas, nasceram unidas pela cabeça, e trouxeram um grande desafio para os médicos na busca da separação das irmãs. A complexidade da separação exigiu a aplicação de técnicas cirúrgicas de alta complexidade e a busca por soluções inovadoras para garantir o bem-estar das meninas. Foi nesse contexto desafiador que entrou em cena uma técnica revolucionária que envolveu células-tronco mesenquimais.

Células-Tronco Mesenquimais: A maravilha da regeneração

As células-tronco mesenquimais (MSCs) desempenham um papel de extrema importância na regeneração e reparação de tecidos. Sua característica mais notável é a capacidade única de se diferenciar em diversos tipos celulares, o que as torna recursos valiosos para a restauração de tecidos danificados em várias regiões do corpo.

As células-tronco mesenquimais estão presentes por todo nosso corpo, e podem ser colhidas em procedimentos minimamente invasivos para que, depois, sejam processadas e armazenadas em laboratórios. Aqui na StemCorp, realizamos a coleta dessas células em procedimentos como:

  • Parto Vaginal ou Cesárea
  • Extração do dente (dente de leite e siso)
  • Micro Biópsia *(região abdominal)
  • Lipoaspiração
  • Bichectomia

As MSCs apresentam uma capacidade singular de migrar em direção aos locais de lesão, facilitando a formação de novos vasos sanguíneos e contribuindo para uma resposta anti-inflamatória eficaz. Essa notável habilidade as consagra como ferramentas de grande potencial na medicina regenerativa, proporcionando uma fonte de esperança para uma diversidade de condições médicas, que vão desde lesões traumáticas até cirurgias reconstrutivas complexas.

No caso das gêmeas Allana e Mariah, as MSCs desempenharam um papel vital na reconstrução de seus crânios. O Laboratório de Biologia Celular do Hemocentro de Ribeirão Preto/CTC-USP, coordenado pela Dra. Maristela Delgado Orellana, ficou responsável pela coleta das MSCs, que foram colhidas da medula óssea das meninas e, em seguida, expandidas em cultura in vitro, ou seja, fora do corpo, para garantir que houvesse um número suficiente de células para o procedimento. Essa etapa de cultivo permitiu que as MSCs fossem usadas de forma eficaz na cranioplastia, o processo de fechamento da calota craniana e da pele que cobre a cabeça de cada uma das gêmeas.

A Importância das células-tronco mesenquimais no caso das gêmeas siamesas

O uso das MSCs na reconstrução dos crânios das gêmeas siamesas Allana e Mariah é um marco na medicina e na pesquisa em células-tronco. A capacidade dessas células de promover a regeneração e a reparação de tecidos desafiou os limites do que era considerado possível. Além disso, a aplicação bem-sucedida das MSCs nesse contexto demonstra o potencial das terapias celulares para resolver casos médicos altamente complexos.

Um dos aspectos notáveis desse caso é a colaboração entre equipes médicas de diferentes especialidades. A equipe de Neurocirurgia, liderada pelo Prof. Dr. Hélio Rubens Machado, e a equipe de Cirurgia Plástica, sob a liderança do Prof. Dr. Jayme Farina Junior, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCRP – USP), demonstraram dedicação e trabalho excepcionais na condução de uma cirurgia de alta complexidade.

Além disso, o Laboratório de Biologia Celular do Hemocentro de Ribeirão Preto/CTC-USP, coordenado pela Dra. Maristela Delgado Orellana, desempenhou um papel fundamental ao fornecer as MSCs necessárias para a reconstrução craniana. O uso de células-tronco mesenquimais colhidas da medula óssea das gêmeas e expandidas in vitro demonstra a colaboração entre a pesquisa médica e a prática clínica.

Nesse contexto, é importante destacar a importância de ter empresas que realizam a coleta, expansão e armazenamento de células-tronco mesenquimais e que, para realizar a expansão celular e disponibilizar as MSCs para uso no futuro, é necessário ter licença.

A StemCorp, além de ser pioneira em realizar esse serviço no país, possui um time de especialistas em células-tronco mesenquimais reconhecidos internacionalmente e parcerias com os maiores hospitais e universidades do Brasil realizando testes clínicos, contribuindo constantemente para o avanço de soluções médicas inovadoras e a exploração das capacidades terapêuticas das células-tronco mesenquimais em diversos contextos.

Vale ressaltar que a coleta e o armazenamento das células-tronco mesequimais o quanto antes é importante, e pode ser decisivo no sucesso da futura terapia. Células-tronco jovens tem maior potencial de expansão e de regeneração de tecidos, e por isso o quanto antes forem armazenadas melhor!

Converse com seu médico!

Fonte: https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2023/10/23/gemeas-siamesas-processo-de-reconstrucao-dos-cranios-usou-tecnica-inedita-com-celulas-tronco.ghtmlrel=”nofollow” https://www.hemocentro.fmrp.usp.br/terapia-com-celulas-tronco-do-hemocentro-rp-auxilia-na-cirurgia-das-irmas-siamesas/

 

Ensaio Clínico Utilizando Células-Tronco Mesenquimais Derivadas Do Tecido Adiposo No Tratamento De Linfedema

As células-tronco podem aliviar o linfedema? Os resultados de um ensaio clínico de fase I divulgado hoje na STEM CELLS Translational Medicine (SCTM) (link)  mostram que resultados positivo.

Linfedema é um inchaço causado pelo acúmulo de líquido nos gânglios linfáticos – vasos que ajudam a livrar o corpo de toxinas, resíduos e outros materiais indesejados – geralmente presentes nos braços ou pernas. Embora possa ser uma doença hereditária, sua causa mais comum é dada pela remoção ou lesão dos gânglios linfáticos durante, por exemplo, o tratamento de um câncer. Os problemas causados pelo linfedema podem ser físicos (a área inchada pode ficar rígida e/ou dolorida e há uma maior chance de infecção) e cosméticos (a pele pode ficar coriácea e com cicatrizes, e o membro afetado pode estar muito inchado e deformado).

Os pesquisadores responsáveis relatam que os “Pacientes com linfedema relacionado ao câncer de mama (BCRL) têm qualidade de vida e função do braço reduzidas. Os tratamentos atuais são apenas paliativos. O foco está no controle da condição por meio de exercícios, roupas de compressão e bombas, drenagem manual, cuidados meticulosos com a pele, terapia e um estilo de vida saudável. No entanto, embora faltem tratamentos para melhorar o linfedema, os estudos pré-clínicos sugerem que as células-tronco derivadas do tecido adiposo podem aliviar o linfedema. O estudo agora mostra que estas células podem melhorar as consequências clinicas do linfedema na como mostra o acompanhamento dos pacientes a longo prazo”.

O objetivo primário do estudo foi avaliar a terapia com células-tronco de tecido adiposo. Para isso foram analisados pacientes que receberam a terapia comparados ao tratamento existente nos seguintes aspectos: primariamente o volume do braço, e secundáriamente a segurança da terapia celular, mudança nos sintomas gerais do linfedema, qualidade de vida e celulite associada ao linfedema.

Para conduzir seu estudo, a equipe tratou 10 pacientes com celulas-tronco mesenquimais de gordura autóloga (do próprio indivíduo) e injetadas na área axilar onde estava o linfedema.  O acompanhamento de cada paciente foi feito em intervalos de 1, 3, 6, 12 e 48 meses após o tratamento.

Os pesquisadores relatam que “A incapacidade dos membros superiores, peso e tensão nos braços melhoraram. Cinco sentiram que seu linfedema havia melhorado substancialmente, e quatro deles gostariam de refazer o tratamento. Não observamos nenhum caso de recorrência loco-regional do câncer de mama.

Isso nos levou a concluir que a terapia celular por via axilar é segura, viável ??e melhoram os sintomas do linfedema e ainda a função dos membros superiores. Sua eficácia foi observada logo após o tratamento e mantida por até quatro anos. Ensaios clínicos randomizados serão necessários para confirmar os resultados deste estudo”.

“Esses resultados são certamente promissores porque a terapia parece ser segura, viável e minimamente invasiva. Este estudo destaca a capacidade dessas células-tronco derivadas de gordura de potencialmente aliviar o linfedema e a celulite em pacientes. Estamos ansiosos para a continuação desta pesquisa para documentar a eficácia clínica?, disse Anthony Atala, M.D., Editor-Chefe do STEM CELLS Translational Medicine e Diretor do Wake Forest Institute for Regenerative Medicine.

Células-Tronco É A Nova Geração De Tratamento Para Lesão Cartilaginosa

As células-tronco estão entre as maiores inovações na área médica das últimas décadas. Sua função é de reparar tecidos e quem sabe até órgãos, mas recentemente muitos grupos de pesquisa mostram que efeitos imunomodulatórios e antiinflamatórios são também importantes na função terapêutica das células-tronco. Permitindo assim, a cura de milhares de patologias.

Como sabemos, as lesões na cartilagem originadas por traumas agudos, chamadas de lesão ou erosão condral ou osteocondral agudas e as lesões por micro-trauma de repetição, chamadas de condropatias geram um efeito inflamatório de cascata cujo resultado final é o de degradação da articulação por completo, denominado de artrose, prejudicando muito a funcionalidade das pessoas.

Recentemente, foi homologado aqui no Brasil o tratamento dessas lesões através de um procedimento popularmente conhecido, como biomembrana ou membrana de colágeno. Na verdade, o procedimento é denominado de condrogênese induzida por matriz autógena.A membrana é de origem animal e o principal papel quando inserida é estimulo das células-tronco mesenquimais do próprio indivíduo para repararem a lesão. Outra função importante é proteger estas células da área articular, evitando o estresse mecânico.

A StemCorp em colaboração com o Instituto Cohen e o Hospital Israelita Albert Einstein está testando o uso de células-tronco mesenquimais na biomenbrana. Desta forma as células-tronco mesenquimais já são inseridas no biomaterial antes da cirurgia e esperado a potencialização do efeito terapêutico.

Os resultados ainda estão sendo analisados e ao fim do teste serão divulgados. É importante a realização de testes clínicos antes de qualquer terapia ser oferecida. A StemCorp tem orgulho de ter um time de especialistas em células-tronco mesenquimais reconhecidos internacionalmente e realizando testes clínicos em colaboração com os maiores hospitais e universidades do pais.

Lembramos que o armazenamento das células-tronco mesequimais o quanto antes é importante, e pode ser decisivo no sucesso da futura terapia. Células-tronco jovens tem maior potencial de expansão e de regeneração de tecidos, e por isso o quanto antes forem armazenadas melhor! Converse com seu médico!

Uso De Células-Tronco Em Recém-Nascidos Com Fluxo Sanguíneo Insuficiente Para O Cérebro

A Mesoblast Limited anunciou que expandiu sua parceria com a JCR Pharmaceuticals Co. Ltd. no Japão para o uso de células-tronco no tratamento de recém-nascidos que necessitam de suprimento sanguíneo e oxigênio no cérebro, uma condição denominada Hipóxia-Isquemia Encefálica neonatal (HIE) que pode causar convulsões, atraso no desenvolvimento de habilidades motoras e função cognitiva e paralisia cerebral.

A JCR está comercializando o produto para o tratamento da doença em crianças e adultos no Japão. O contrato de licença agora foi ampliado para fornecer à JCR os direitos de vender TEMCELL para HIE e acessar o amplo portfólio de patentes da Mesoblast para essa indicação.

A Mesoblast tem o direito de usar todos os dados de segurança e eficácia gerados pela JCR no Japão para apoiar seus planos de desenvolvimento e comercialização. Nos Estados Unidos, existem aproximadamente 6.000 novos pacientes anualmente com HIE neonatal com clinica de moderado-grave que podem se beneficiar potencialmente do tratamento.

?Estamos satisfeitos com a estratégia de nosso parceiro para expandir a aprovação de marketing TEMCELL para indicações além de GVHD (Graft Versus Host Disease ? Doença do enxerto versus hospedeiro). Isso apoia nossos próprios planos estratégicos de crescimento para o uso do produto em crianças e adultos?, disse o CEO da Mesoblast, Dr. Silviu Itescu.

A Mesoblast iniciou recentemente um pedido de licença biológica contínuo para a Food and Drug Administration dos EUA para o remestemcel-L, seu candidato ao produto MSC proprietário, no tratamento de crianças com GVHD.