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Faça Sua Gordura Ser Útil!

Com o frio chegando começa a temporada de lipoaspiração, visando o verão 2014!! E o que mais queremos é nos livrar daquela gordurinha indesejada, jogar ela no lixo! Não, o lixo não!!! Uma vez na vida você vai poder ser feliz com a sua gordura, ela é a fonte mais rica em células-tronco mesenquimais. A gordura tem 500 vezes mais células-tronco por mililitro que a medula óssea. Estas células podem virar osso, músculo, cartilagem e mais gordura! Para que eu quero mais gordura? Você sabia que o grande problema de uma lipoescultura é a reabsorção do tecido transplantado? Entretanto, se colocarmos mais células-tronco na gordura a ser transplantada a reabsorção é menor! As células-tronco mantém a gordura transplantada sem ser reabsorvida e se diferenciam em novas células de gordura. E mais, existem diversas pesquisas clínicas utilizando células-tronco de tecido adiposo para diferentes fins. Por exemplo, para aliviar marcas de expressão do rosto e até para substituir o silicone em implantes de mama (veja aqui). Mas não são somente estéticas as aplicações, estas células tem potencial de serem aplicadas em doença de Crohn, queimaduras, diabetes, fraturas ósseas, e muitas outras doenças.

A grande duvida de nossos clientes é: porque eu preciso guardar minha gordura agora se posso retirar qualquer hora quando precisar? A resposta é simples, quanto mais jovem sua célula-tronco é, melhor ela será. Todas as células do seu corpo sofrem ação do ambiente e da idade. Acumulam erros no DNA que podem comprometer seu potencial. Por isso, quanto antes você guardar suas células, melhor! E no caso de uma complicação grave, como um problema cardíaco, nenhum médico irá liberar uma lipo para realizar o isolamento de células-tronco. Mas se suas células-tronco estiverem guardadas, poderão ajudar. Por fim, quem já fez uma lipo sabe que a recuperação não é nada agradável, e fazer de novo para retirar células-tronco não parece uma boa idéia.

A melhor forma de obter células-tronco mesenquimais de gordura é a lipoaspiração, porque é possível obter uma grande quantidade de tecido adiposo e assim guardar mais células-tronco. Mas se você não tem uma lipo programada, não tem problema! A equipe StemCorp foi a primeira a realizar estudos científicos com células-tronco do tecido adiposo no Brasil e possui toda expertise para obter estas células até de quantidades mínimas de gordura. Estes podem ser retirados via punch pelo seu dermatologista/plastico ou durante qualquer procedimento cirúrgico. Se você tem uma cirurgia agendada, converse sobre esta possibilidade com nossa equipe e com seu médico. E lembre-se, se você estiver interessado em guardar suas células-tronco de gordura é melhor que o faça o quanto antes para guardar células mais jovens e de melhor qualidade.

Células-Tronco Com Selo De Qualidade?

Essa semana no New York Times uma matéria sobre transplante de células-tronco de tecido adiposo para combater rugas, chamado nos Estados Unidos de Stem-CellFace-Lifts, discute os resultados obtidos por uma paciente que fez o procedimento e a regulamentação da técnica.

A maior critica feita é a falta de caracterização das células, ou seja, eles injetam células sem saber se são células-tronco ou não. Mas como saber? Acredita-se que todos os tecidos vascularizados tenham células-tronco mesenquimais além de outras células. O método de obtenção de células-tronco difere muito dependente do tecido, por exemplo tirar células-tronco mesenquimais do tecido do cordão umbilical é muito diferente de separar da gordura. Mas uma vez obtidas, as células-tronco mesenquimais devem ser submetidas à um processo de caracterização antes de serem utilizadas. Células-tronco mesenquimais apresentam um padrão específico de proteínas em sua superfície além de serem capazes de formar pelo menos 3 tipos de linhagens de células adultas diferentes. É o certificado de garantia destas células e deve ser obtido antes das células serem aplicadas. Este não é um processo trivial e é preciso ter conhecimento sobre células-tronco para fazê-lo. Por isso é importante estar nas mãos de um especialista (saiba mais aqui).

Muitas empresas já oferecem tratamentos com células-tronco, seja para fazer cabelo, lipoescultura, face-lift. É importante saber que não existe nenhum tratamento aprovado pela FDA (agencia americana) nem pela nossa ANVISA. Todos as possíveis aplicações estão em fase de teste clínico, muito próximas a serem regulamentadas. Porque estamos falando isso? Porque testes clínicos não podem ser cobrados. Se você vir em qualquer lugar um ?tratamento? ou injeção de células-tronco ser cobrado peça para ver a regulamentação e pergunte pelo que está sendo cobrado. Mais importante, se for um teste clínico, veja a qualidade das células usadas e o que eles usam para crescer estas células. Pergunte sobre caracterização e potencial de diferenciação. Se você não souber julgar a qualidade procure a equipe StemCorp.

O mais importante é que a StemCorp tem uma equipe de especialistas em células-tronco mesenquimais trabalhando full time na separação das células dos seus clientes, e não somente dando consultoria. Esta é uma grande diferença do produto que estamos oferecendo e da qualidade das células-tronco que serão entregues no caso de uma futura aplicação.

Órgãos Sob Encomenda

Nesta semana cientistas do Massachusetts General Hospital (MGH), em Boston, mostraram sucesso no transplante de rins criados em laboratório a partir de células-tronco. Após o transplante, estes órgãos começaram a filtrar o sangue dos roedores e produzir urina. Mas construir um órgão não foi uma tarefa fácil, os cientistas partiram de rins de animais, retiraram todas as células deste rim, restando somente seu arcabouço (veja aqui exemplo com fígado). Sobre este molde eles colocaram células-tronco mesenquimais de cordão umbilical mais células de rim. O trabalho está descrito em detalhes na edição atual da revista Nature Medicine.  Pela primeira vez demonstraram que é possível criar um rim funcional em laboratório. Mas esta técnica não é nova, já tinha sido utilizada com sucesso para fazer outros órgãos como pulmão e coração, e também fígado, por outro grupo da mesma instituição.

Se este resultado for obtido com rins humanos irá ajudar muitos portadores de doenças renais que não podem sobreviver somente com hemodiálise. Estes dependem de um transplante que, além de ter uma fila de 100mil pessoas na espera, requer o uso de imunossupressores para sempre.

Mas construir um rim novo não será o mesmo que realizar um transplante de órgão doado? O procedimento cirúrgico é o mesmo, mas se o órgão transplantado for feito com células-tronco do próprio paciente não irá haver rejeição. Ou seja, se você guardou suas células-tronco mesenquimais, poderá utilizá-las, num futuro próximo, para este fim também. Esta técnica poderá acabar com as atuais intermináveis filas dos transplantes de órgãos em todo o mundo.

Órgãos formados a partir de células-tronco já foram transplantados em humanos com sucesso. A primeira criança a receber uma traquéia formada a partir de suas próprias células-tronco tem mostrado progressos notáveis ??desde o transplante, realizado há dois anos. Ciaran Finn-Lynch, o menino 13 anos de idade, do Reino Unido, foi a primeira criança do mundo a receber um transplante de traqueia formada a partir de células-tronco dele mesmo. Ele está respirando normalmente e não precisa tomar imunossupressores, relatam os pesquisadores em um artigo publicado no revista Lancet. O órgão não tem mostrado sinais de rejeição e cresceu 11 centímetros desde que foi transplantado, de acordo com os pesquisadores.

O futuro do transplante de órgãos está mudando (veja aqui). As células-tronco mesenquimais vem mostrando grande potencial na bioengenharia de órgãos e por isso é tão importante guardá-las o quanto antes (veja documentário da National Geographic aqui). Estas técnicas não são simples e requerem expertise para serem aplicadas. Na hora de escolher onde guardar suas células mesenquimais é importante se informar se a equipe da empresa escolhida é capaz de multiplicar as células para obter grandes quantidades, e mais, se é capaz de realizar testes de qualidade para garantir a eficácia e segurança das mesmas. A equipe StemCorp está sempre antenada nos avanços relacionados à células-tronco mesenquimais e conta com um diretor cientifico fazendo pesquisa na Harvard Medical School, em Boston, que está em contato com a equipe responsável pela bioengenharia de fígados no MGH e aprendeu a técnica de recelularização utilizada para refazer os órgãos que discutimos acima. Além disso nossa equipe participa de um projeto com apoio do Ministério da Saúde para reproduzir esta tecnologia no Brasil (veja aqui). Por estar vinculada à pesquisa a StemCorp traz para você o que existe de mais novo em células-tronco mesenquimais n

Memória, Inteligência E Células-Tronco

Esta semana um artigo publicado na revista Nature Biotechnology demonstrou que células-tronco embrionárias humanas injetadas no cérebro de camundongos levou ao aparecimento de neurônios e a recuperação da memória. Esta incrível descoberta foi fruto de um experimento que tinha como objetivo elucidar os mecanismos da doença de Alzheimer, mas abriu novas perspectivas na busca de uma terapia para esta doença.

Primeiramente, a equipe de pesquisadores do Waisman Center (EUA) realizou lesões no cérebro de camundongos na área onde estão presentes os neurônios associados à Alzhemier e à outros distúrbios neurológicos como epilepsia. Células-tronco embrionárias humanas foram previamente manipuladas para se tornarem células progenitoras neurais (células precursoras com potencial para originarem todos os diferentes tipos de células do cérebro). Estas células progenitoras foram então transplantadas diretamente na região lesionada do cérebro destes animais. Por fim, os animais foram analisados por testes funcionais e de memória. Os resultados demonstraram que os camundongos transplantados tiveram melhores resultados em testes de memória do que os não transplantados, sugerindo que sua função cerebral foi restaurada

Injeções de células-tronco embrionárias em camundongos podem resultar na formação de tumores, uma vez que estas células são capazes de se dividir muito rapidamente. Entenda mais no nosso site. Controlar estas células, assim como qualquer tipo de célula-tronco, é o primeiro passo para uma terapia. Uma das maneiras de controle é estimular as células-tronco para que se diferenciarem no tipo de célula que você quer, no caso deste trabalho, neurônios.  

Um dos autores argumenta que a chave para o sucesso deste estudo foi garantir que as células injetadas eram todas pré-diferenciadas (para neurônios), e não mais células-tronco embrionárias: “Muitos outros experimentos em que foram transplantadas células-tronco embrionárias resultaram na formação de uma massa de células ou tumores. Isso não aconteceu no nosso caso porque as células transplantadas foram pré-programadas, ou seja, já tinham um destino (neurônios) de modo que não foram capazes de gerar qualquer outra coisa (tumores). A formação de tumores tem sido resultado frequente de grupos sem conhecimento para realizar a manipulação prévia das células.? O autor ainda completa: ?As células-tronco adultas também podem produzir alguns tipos de neurônios, e podem ter efeitos semelhantes aos que mostramos. É necessária somente a manipulação correta destas células?.

A chave do sucesso deste estudo foi, então, a manipulação das células-tronco antes do transplante. Uma lição para levarmos para casa. Se as células-tronco embrionárias tivessem sido transplantadas sem prévia manipulação iriam formar tumores e não levariam à nenhuma recuperação de memória. Sabemos que muitas empresas tiram proveito de publicações como esta para fazer propaganda de que células-tronco curam Alzheimer. Mas a verdade é que esta equipe de pesquisadores soube exatamente COMO manipular estas células-tronco afim de obter este resultado e não um resultado adverso. As conseqüências de injeções de células por profissionais sem conhecimento, sem realização de pesquisa prévia, podem ser desastrosas.

A qualidade da extração, a quantidade, a manipulação prévia e muitos outros fatores técnicos são fundamentais para garantir um transplante de sucesso. Recentemente foi matéria de um jornal americano (veja aqui) a necessidade de deixar na mão de profissionais especializados a manipulação de células-tronco. O autor da matéria pergunta: ?Você faria uma cirurgia cardíaca com um dermatologista??. Por isso é necessário estar nas mãos de profissionais de qualidade e pesquisadores. Não se deixe enganar!

Células-Tronco E Artrite

Osteoartrite é uma doença caracterizada pela degeneração da cartilagem e do osso subcondral, que pode causar dor articular, rigidez e redução da funcionalidade articular. Cerca de uma em cada dez pessoas ao redor do mundo irá desenvolver osteoartrite em algum momento. Por ser uma doença tão comum ela causa grande impacto na sociedade, além do impacto na qualidade de vida da pessoa acometida. 

Atualmente não há cura para a osteoartrite. A maioria dos tratamentos são sintomáticos e visam reduzir a dor e melhorar a função da articulação, e não curar a doença. A única exceção é o procedimento cirúrgico: artroplastia (substituição parcial ou total da parte destruída por uma prótese), artrodese (fusão cirúrgica de dois ossos, usada principalmente na coluna), osteoplastia (retirada e limpeza cirúrgica da parte óssea deteriorada) e osteotomia (mudança do alinhamento ósseo através da secção de partes ósseas), procedimentos estes, muito invasivos.

As células-tronco são uma esperança para a cura da osteoartrite visando substituição ou recuperação do tecido perdido. Para termos uma idéia do número de grupos investindo neste tipo de estudo, em um ano dobrou o número de testes clínicos e triplicou o número de artigos publicados em revistas internacionais com o tema osteoartrite e células-tronco. Por exemplo, existem atualmente 105 ensaios clínicos em seres humanos indicados para a pesquisa de “artrite” e “células-tronco” na base de dados americana e 119 trabalhos científicos no banco de dados Pubmed com “células-tronco” e “artrite” em seus títulos, o que faz a esperança ser realista.

Mas especificamente como as células-tronco podem tratar a osteoartrite e / ou artrite reumatóide? 1) As células-tronco podem ser usadas para substituir cartilagem perdida ou lesionada nas articulações. Em outras palavras, as células-tronco seriam injetadas e formariam uma nova articulação (ou, pelo menos, mais saudável) através do crescimento do tecido; 2) As células-tronco podem ser colocadas em um molde de fibras e induzidas a formar cartilagem. Assim seriam transplantadas neste molde; ou 3) As células-tronco mesenquimais têm propriedades imunomodulatórias e anti-inflamatórios, ou seja, elas são capazes de regular o sistema imune, diminuindo a rejeição e a inflamação, que são, pelo menos em parte, processos responsáveis pela destruição das articulações, especialmente em casos de artrite reumatóide. A combinação destas três estratégias também é possível: colocar as células-tronco no molde, transformá-las em cartilagem, realizar o transplante e, posteriormente, injetar mais células para recuperar o tecido lesionado do paciente e evitar a rejeição.

Nós sabemos que, para fins lucrativos, muitas clínicas já estão vendendo ?tratamentos? com células-tronco para a artrite. Neste contexto, mais uma vez vamos alertar nossos clientes: tenham cuidado! Esses ?tratamentos? são caros e por serem experimentais não podem ser cobrados! Quem está considerando tal tratamento deve questionar sobre o teste clínico e o fundo experimental do procedimento.

StemCorp está iniciando um teste clínico em pacientes com lesão de cartilagem visando a reconstituição de articulação. Estamos ansiosos para obter os resultados desta pesquisa. Por enquanto ainda é cedo para falar em tratamento. Por isso, agora é importante guardar suas células-tronco mesenquimais para poder, no futuro, regenerar diferentes tipos de lesões, e inclusive reconstituir seu joelho!

O Que Devo Saber Sobre O Armazenamento das Células-Tronco Do Meu Bebê?

Uma dúvida muito frequente pra quem está esperando a chegada do bebê é se deve ou não fazer o armazenamento das células-tronco do cordão umbilical. Hoje em dia já é possível armazenar estas células tanto em banco privado (para uso próprio) ou doar para um banco público (uso geral da população). Para que os papais e mamães possam entender melhor sobre o universo das células-tronco, vou explicar os principais pontos que devem ser levados em conta para que o casal possa tomar a melhor decisão sobre o serviço de armazenamento de células-tronco.

O que são células-tronco?

Células-tronco são células muito especiais presentes no nosso corpo que tem a capacidade de regenerar e formar novos tecidos. São células indiferenciadas que, sobre certos estímulos, podem dar origem a células cardíacas, ósseas, musculares, neuronais, etc. Toda vez que nosso corpo sofre uma lesão, são as células-tronco presentes no nosso organismo que vão reparar este dano. Por este motivo, as células-tronco são a grande promessa para a medicina regenerativa e poderá ser utilizada no futuro para o tratamento de doença hoje incuráveis.

Onde são encontradas as células-tronco?

As células-tronco são encontradas em diversos tecidos do nosso corpo. As fontes mais comumente utilizadas são aquelas de mais fácil obtenção, como o sangue e tecido de cordão umbilical, polpa de dente de leite, tecido adiposo de uma lipoaspiração, dentre outros.

Quais são os tipos de células-tronco encontradas no indivíduo adulto?

No individuo adulto são encontrados dois tipos principais de células-tronco. As células-tronco hematopoéticas, oriundas do sangue, como sangue do cordão umbilical, sangue da medula óssea e sangue periférico. O outro tipo de células-tronco é chamado de mesenquimais e são encontradas em diversos tecidos, como tecido do cordão umbilical, polpa de dente, tecido adiposo, etc.

SANGUE e TECIDO do cordão umbilical são a mesma coisa?

Não! Para que os pais possam tomar uma decisão consciente, é muito importante saber que no sangue são encontradas as células-tronco do tipo hematopoéticas e no TECIDO são encontradas as células-tronco do tipo MESENQUIMAIS. As células-tronco hematopoéticas e mesenquimais tem características, propriedades e aplicações distintas.

Quais as diferenças entre armazenamento das células-tronco em banco público ou privado?

Atualmente os bancos públicos aceitam a doação de apenas células-tronco hematopoéticas, aquelas encontradas no sangue. O armazenamento em banco público não tem nenhum custo para os pais porem a gestante deve se encaixar nos critérios de doação. Em São Paulo o hospital Albert Einstein oferece este serviço apenas para pacientes que derem luz na maternidade do hospital  de segunda a sábado das 7:00 às 20:00 horas. Por se tratar de um banco público, casos os pais precisem utilizar a amostra doada no futuro a mesma pode não estar mais disponível, mas existe grandes chances de se encontrar uma bolsa de sangue compatível se todos os pais fizerem o grande ato de doar as células-tronco do sangue do cordão umbilical do seu bebê, que poderá ser utilizado para salvar inúmeras vidas.

Já os bancos privados oferecem tanto o serviço de armazenamento das células-tronco mesenquimais como de células-tronco hematopoéticas. Os bancos privados cobram uma taxa inicial para coleta e isolamento das células-tronco e uma taxa anual para manter as amostras congeladas para uso futuro. A vantagem dos bancos privados é que, por ser um serviço pago, a amostra armazenada pertence à família responsável e não poderá ser utilizado por qualquer individuo da população como ocorre nos bancos públicos.

Devo armazenar as células-tronco do sangue do meu bebê em bancos públicos ou privados?

O que os pais precisam saber sobre as células-tronco hematopoéticas é que as mesmas tem aplicação comprovada para diferenciar em células do sangue. Portanto servem para o tratamento de doenças hematológicas, como leucemias, anemias, talassemias, etc. É muito importante frisar que as doenças hematológicas são muito raras. A chance de um indivíduo desenvolver uma doença deste tipo gira em torno de 1:10.000. A grande maioria delas tem fundo genético, ou seja, a amostra armazenada não poderia ser utilizadas para tratar o próprio indivíduo que desenvolveu a doença e, portanto o mesmo deverá recorrer a uma bolsa compatível. Por último, uma bolsa de sangue de cordão armazenada serve para tratar um indivíduo de até 50kg, ou seja, poucos adultos. Para tratar indivíduos de mais de 50kg é necessário a junção de duas bolsas e portanto faz-se necessário recorrer a uma bolsa compatível. Mas onde encontrar estas bolsas compatíveis tão faladas aqui? Nos bancos públicos! Por isso se você tem oportunidade eu recomendaria doar o sangue do cordão umbilical do seu bebê para um banco público. O único caso que recomendaria o armazenamento do sangue do cordão umbilical em banco privado é quando se tem algum familiar com doença hematológica, mas mesmo assim todos os argumentos acima discutidos devem ser levados em conta. Se os pais pretendem guardar as células-tronco em banco privado eu aconselho guardar as provenientes do TECIDO do cordão umbilical e não as do sague e  o motivo eu explico em seguida.

Vale a pena saber: das 45.661 unidades de sangue de cordão umbilical armazenadas em bancos privados no Brasil no período de 2003 a 2010, apenas 3 foram utilizadas (Fonte: ANVISA)

Por que guardar as células-tronco MESENQUIMAIS do tecido do cordão umbilical é muito mais promissor  que armazenar o sangue do cordão?

Estudos científicos vem mostrando que as células-tronco MESENQUIMAIS são muito mais versáteis que as células hematopoéticas encontradas no sangue. Enquanto que as células mesenquimais podem se diferenciar em pelo menos osso, cartilagem, gordura e músculo, as células hematopoéticas originam apenas células sanguíneas. Quem um dia não precisará reparar ossos, músculos ou cartilagem? Além da capacidade de diferenciação, as células-tronco MESENQUIMAIS secretam diversas substâncias com propriedades anti-inflamatórias, anti-fibróticas e anti-oxidantes e são capazes de regular a resposta imunológica e prevenir a morte das células.

Diferente das células-tronco hematopoéticas que não podem ser multiplicadas em laboratório com as tecnologias atuais, as células-tronco MESENQUIMAIS podem ser utilizadas em diferentes intervalos de tempo pois cada ampola de célula descongelada pode ser multiplicada em laboratório, e recongelada em inúmeras outras ampolas.

Quais são as aplicações clinicas atuais para as células-tronco MESENQUIMAIS?

Hoje em dia já existem mais de 200 ensaios clínicos em seres humanos em andamento em todo mundo e muitos já na eminência de serem aprovados pelas agências reguladoras. Dentre as aplicações destacam-se diabetes, Parkinson, Alzheimer, infarto do miocárdio, doenças pulmonares, lesões ósseas e de cartilagem, dentre outras.  No Brasil já existem vários testes clínicos em seres humanos que utilizam células-tronco MESENQUIMAIS em andamento  ou em fase de elaboração. Dentre os tratamentos investigados em nosso país destacam-se: doenças cardíacas, diabetes, distrofias musculares, esclerose lateral amiotrófica, ulceras venosas, osteoartrite e lesões de cartilagem, além de bioengenharia de órgãos e tecidos.

Coletar o sangue ou tecido do cordão umbilical traz algum dano para a mãe ou bebê?

A coleta de sangue de cordão umbilical geralmente é feita quando o bebê ainda está conectado à mãe pelo cordão umbilical para se obter um maior rendimento de volume de sangue, pois como já foi comentado aqui não existe tecnologia no momento para multiplicar as células do sangue em laboratório. Por isso, atualmente a ANVISA permite que os bancos armazenem as células-tronco apenas se obtiverem uma celularidade mínima e por isso é pratica dos bancos tanto privados e públicos sempre coletar o máximo possível de sangue do cordão umbilical do seu bebê. Mas evitar que estes 70-90mL de sangue de cordão umbilical vá para a circulação do meu  bebê não pode ser prejudicial para a saúde dele? Esta é uma questão que deve ser discutida com seu obstetra pois já existem estudos que mostram que os bebês que recebem maior quantidade de sangue, ou seja, aqueles que ficam maior tempo ligado ao cordão umbilical após o parto, tem maiores níveis de hemoglobina 24-48h pós-parto, são menos propensos a desenvolverem deficiência de ferro entre 3-6 meses após o nascimento e apresentam melhor ganho de peso. Portanto, o ato de doar o sangue para um banco publico é  corajoso e heroico e pode ser utilizado para salvar inúmeras vidas.

E o tecido? Como é feita a coleta? A coleta do tecido não causa nenhum dano à mãe ou bebê e é um material que inevitavelmente seria descartado. A coleta do tecido só é realizada após o médico cortar o cordão umbilical para separar o bebê da placenta e quando o mesmo já está sob cuidados do pediatra. Portanto não há nenhuma contra-indicação.

Qual é a novidade para as mamães que forem fazer cesárea?

Para as mamães que querem armazenar suas próprias células-tronco é possível fazer no momento do parto cesárea coletando um pequeno fragmento de tecido adiposo, também muito rico em células-tronco. Após o parto, durante a sutura, o próprio obstetra poderá coletar a gordura da mãe, sem causar nenhum dano para a mesma.

O que todos nós adultos (seja homem ou mulher), que perdemos a oportunidade de guardar as células-tronco do nosso cordão umbilical devemos saber, é que podemos fazer em qualquer momento a partir do tecido adiposo. Porem, deve-se fazer o quanto antes pois as células-tronco como qualquer célula do nosso corpo também envelhece e as mesmas perdem a capacidade de se multiplicar e  formar os diferentes tecidos com o aumento da nossa idade. Além da cesárea pode-se coletar o tecido adiposo a partir de qualquer outro procedimento cirúrgico que o indivíduo for realizar ou por procedimentos mais simples como uma simples biopsia ou mini-lipoaspiração onde o individuo pode voltar as suas atividades no mesmo dia da coleta.

E se eu perdi a chance de guardar as células-tronco do cordão umbilical do meu filho?

Bom, ainda existem outras alternativas. Lembrando que o quanto mais jovem for as células melhor. O ideal sempre é guardar o tecido do cordão umbilical pois estas células foram as menos expostas a fatores ambientais, carcinógenos, infecciosos e tiveram menor tempo para acumularem mutações no seu DNA. A próxima oportunidade que indicamos é isolar as células-tronco da polpa de dente de leite durante a troca de dentição da criança, a partir dos 6 anos de idade.

Quais os critérios devo avaliar para escolher a empresa que ira fazer o armazenamento das células-tronco?

  • Se possui profissionais capacitados na área. O mais importante e verificar a lista de publicações científicas na área. As mesmas devem ser exclusivamente em revistas internacionais e de alto impacto com várias citações por outros pesquisadores. Isto mostra que a pesquisa com células-tronco é confiável. Além disso, a lista deve conter publicações recentes e com uma frequência constante o que mostra que a equipe está engajada na pesquisa científica que é um grande diferencial para uma empresa de tecnologia de ponta.
  • Se a empresa foi a própria desenvolvedora da tecnologia ou se a mesma foi comprada de uma empresa externa.
  • A qualidade dos reagentes utilizados e se fazem uso de produtos de origem animal.
  • Se as mesmas tem capacidade de crescer e multiplicar as células-tronco mesenquimais. Este ponto é muito importante pois caso seja necessário o uso, a empresa deve estar preparada para descongelar as células e entregar para o médico na quantidade solicitada. Verifique se a empresa só armazena ou se multiplica as células também!
  • Desconfie de empresas que falam que as células-tronco tratam qualquer doença. Principalmente quando se referem ao sangue de cordão umbilical. Como disse aqui o sangue serve para tratar doenças hematológicas. Se as empresas começam a prometer muito além disso, desconfie!
  • Quanto maior a gama de serviços oferecidos pela empresa melhor, o que mostra que ela está preparada e detém diversas tecnologias. Hoje em dia existem no mercado empresas que só armazenam o sangue  ou armazenam  o sangue  mais as células-tronco mesenquimais. A StemCorp é a única empresa do mercado que optou por não oferecer o sangue, devido sua baixa aplicação, e apenas trabalha com o armazenamento das células-tronco mesenquimais. É a única do Brasil a oferecer o isolamento e armazenamento das células-tronco do tecido do cordão umbilical, tecido adiposo e polpa de dente. Além disso é a única no mercado com tecnologia para multiplicar as células livre de produtos animais.

Ficou com alguma duvida sobre armazenamento das células-tronco fale com nossos especialistas

Levando A Pesquisa Para O Mercado.

Hoje você pode guardar células-tronco mesenquimais da sua lipoaspiração para usar quando aquelas ruguinhas aparecerem. Seu filho vai poder contar com suas células-tronco mesenquimais do cordão umbilical para curar lesões ou até regenerar tecidos ou órgãos. Isso tudo porque o sonho de 3 doutorandos em genética deu certo! A StemCorp é fruto de anos de pesquisa realizados na Universidade de São Paulo, e temos orgulho de ser o primeiro centro exclusivo em células-tronco mesenquimais no Brasil fundado por pesquisadores.

Não foi um caminho rápido e muito menos indolor. Tirar a tecnologia criada na universidade e levar para o mercado não foi uma tarefa fácil. Já existiam os bancos de sangue de cordão no mercado! Mas as pessoas precisavam entender que existem diferentes tipos de células-tronco e que elas não tem a mesma capacidade. Por exemplo, as células-tronco que são congeladas pelos bancos de sangue de cordão servem para terapia de doenças hematológicas (do sangue). Até ai nenhuma novidade, sangue virando sangue. A grande novidade são as células-tronco mesenquimais, estas com potencial de diferenciar em osso, cartilagem gordura e até músculo. Quando nosso trabalho comparando sangue e tecido de cordão foi publicado internacionalmente (veja aqui), virou foco de reportagem em diferentes mídias. Tentávamos alertar: vocês estão jogando no lixo o tecido do cordão umbilical que é rico em células-tronco mesenquimais e guardando o sangue que é pobre neste tipo de célula. E esse discurso foi contra a propaganda usada pelos bancos de sangue de cordão…

Foi criada, portando, a necessidade de um centro especializado em células-tronco mesenquimais, e assim as pessoas teriam a possibilidade de armazenar essas células para uso futuro. Lutamos para disponibilizar isso para a sociedade, e hoje temos um centro capaz de isolar, guardar e multiplicar  essas células em condições ideais para uma futura aplicação terapêutica. Mas não paramos de pesquisar, nossos diretores científicos continuam fazendo pesquisa, dois na USP e um em Harvard, além de nossa consultora, Mayana Zatz, ser professora titular da USP.

Nossa prioridade é ter uma empresa que continue associada à pesquisa científica. Queremos oferecer produtos com tecnologia de ponta e sermos transparentes quanto suas possíveis aplicações. A pesquisa cientifica é baseada em perguntas que podem levar  a resultados positivos ou negativos e queremos mostrar estes resultados para nossos clientes.

E este é também o intuito deste blog. Discutir as pesquisas em uma linguagem simples para que todos possam estar por dento das novidades do meio acadêmico e assim como nós, aprender mais e mais todos os dias!

StemCorp chegou para inovar o mercado de células-tronco, para colocar a pesquisa mais perto da sociedade, para gerar duvidas e responder perguntas!

Terapia Celular

A terapia celular, de forma geral, é o tratamento que envolve o uso de células que vão atuar diretamente no local onde há uma doença ou dificuldade do organismo em se readaptar.

A terapia celular teve sua origem em experimentos realizados no século XIX, nos quais os cientistas da época injetavam material celular de origem animal com o intuito de evitar o envelhecimento e curar doenças.

No século XX, houve a ampliação das pesquisas. Hoje em dia em alguns países já são realizados tratamentos com células-tronco mesenquimais.

Atualmente, a terapia celular com células-tronco mesenquimais é aplicada em situações em que se realizam transplantes de medula óssea e o paciente sofre rejeição, também chamada de Doença do Enxerto Contra o Hospedeiro.

As células-tronco mesenquimais são utilizadas nestes casos para combater a rejeição, já que possuem propriedades capazes de regular o sistema imunológico, restaurando assim a saúde do paciente.

Essas células também são utilizadas em casos de lesões de cartilagem, infarto do miocárido, em doenças inflamatórias intestinais graves e até em tratamentos estéticos.

Quando se trata de terapia com células-tronco mesenquimais, o objetivo principal é a reparação de tecidos e órgãos através da substituição das células lesionadas ou incapacitadas por células normais devido à sua capacidade de se diferenciar em vários tipos celulares, que poderão atuar em diferentes locais e órgãos do corpo humano.

Como a StemCorp contribui para a terapia celular?

A StemCorp, empresa especializada na coleta de células-tronco mesenquimais, atua nessa especialidade médica, contribuindo para o desenvolvimento de pesquisas que envolvam a utilização de terapia celular no tratamento de diversas doenças.

Armazenamos células-tronco mesenquimais do cordão umbilical, células mesenquimais da polpa do dente e células mesenquimais do tecido adiposo.

Nosso objetivo é proporcionar o acesso a células-tronco que possam ser utilizadas posteriormente, seja em caso de doenças, seja em procedimentos estéticos com o uso da terapia celular.

A StemCorp tem compromisso ético e com o desenvolvimento científico.

Para saber mais entre em contato e veja o que nos faz ser sua melhor escolha.

Linha Do Tempo – Células-Tronco

Desde o século 19, os cientistas de todo o mundo têm estudado células-tronco, seja a partir de plantas, de camundongos, ou de células de pacientes em busca de cura para doenças. Nosso primeiro post destaca os principais acontecimentos no Brasil e no mundo relacionados à células-tronco. Se quiser entender mais sobre células-tronco e suas origens antes de ler este post, entre no nosso site

1868 ? O termo “células-tronco” aparece na literatura científica pela primeira vez, quando biólogo alemão Ernst Haeckel usa a expressão para descrever o óvulo fertilizado que se torna um organismo, usa também para descrever o organismo unicelular que serviu como a célula ancestral para todos os seres vivos.
Leia mais
1886 – William Sedgwick usa o termo “células-tronco” para descrever as partes de uma planta que podem crescer e se regenerar.
1 de junho de 1909 – o pesquisador russo Alexander Maximow leciona na Sociedade de Hematologia de Berlim sua teoria de que todas as células sanguíneas provém da mesma célula ancestral. Com isso introduz a idéia de células-tronco hematopoiéticas como multipotentes, ou seja, têm a capacidade de se diferenciar em vários tipos de células diferentes.
1953 – Leroy Stevens, um pesquisador do estado de Maine (EUA) encontra grandes tumores em testículos de camundongos. Estes tumores, conhecidos como teratomas, são formados por uma misturas de células diferenciadas e não diferenciadas, incluindo cabelo, osso, pele e tecido sanguíneo. Os pesquisadores clamaram estas células cancerígenas de pluripotentes, o que significa que podem se diferenciar em qualquer célula encontrada em um animal.
1957 – Thomas E. Donnall, um médico-cientista, da cidade de Seattle (EUA), tenta o primeiro transplante de medula óssea humana. (Mais tarde, ele ganha o Prêmio Nobel por este trabalho em 1990).
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02 de fevereiro de 1963 –  Os cientistas canadenses Ernest McCulloch e James Till realizam experimentos para entender a medula óssea de camundongos. Eles observaram que diferentes células sanguíneas vêm de uma classe especial de células da medula óssea. Esta foi então a primeira evidência de células-tronco do sangue (hematopoiéticas).
1968 – Robert A. Good, da Universidade de Minnesota (EUA) realiza o primeiro transplante de medula óssea bem-sucedido no mundo. Este foi realizado em uma criança com uma deficiência imunológica que já havia matado outros membros de sua família. O menino recebeu medula óssea de sua irmã e teve uma vida saudável.
1981 – Dois cientistas, Martin Evans, da Universidade de Cambridge (UK) e Gail Martin, da Universidade da Califórnia, em San Francisco (EUA), realizam estudos paralelos e obtém células-tronco pluripotentes a partir de embriões de camundongos. Estas são as primeiras células-tronco embrionárias a serem isoladas.
05 dezembro de 1986 – Andrew Lassar e Harold Weintraub de Seattle, Washington (USA), convertem fibroblastos de roedores (célula de tecido conjuntivo) diretamente em mioblastos (que geram células musculares), utilizando-se um único gene (MyoD). Ser capaz de converter um tipo de célula adulta em outro pode ser importante para a medicina regenerativa.
1988 – na França foi realizado com sucesso o primeiro transplante de células-tronco hematopoiéticas de cordão umbilical em um paciente com Anemia de Fanconi
1989 ? Os pesquisadores Mario Capecchi, Martin Evans e Oliver Smithies descrevem independentemente os primeiros “camundongos knockout”, estes são animais criados em laboratório em que um gene foi retirado de seu genoma. Para isso utilizam células-tronco embrionárias e o processo de recombinação homóloga. Desde a criação dos primeiros camundongos knockout foram criados mais de 500 modelos de para diferentes tipos doenças humana. Em 2007, estes cientistas receberam o prêmio Nobel pelo sua inestimável contribuição na compreensão de diversas doenças humanas, incluindo diabetes e câncer.
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1991 ? Arnold Caplan introduz o termo células-tronco mesenquimais. Seriam células-tronco da medula óssea sem origem hematopoiética. Veja aqui uma entrevista com Caplan
1997 – Bonnet Dominique e John Dick do Canadá descobrem que a leucemia é causada pelas mesmas células-tronco que produzem as células do nosso sangue. 
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6 de novembro de 1998 – Uma equipe da Universidade de Wisconsin, Madison (EUA), liderados por James Thomson e Jeffrey Jones, deriva a primeira linhagem de células-tronco embrionárias humanas, a partir embriões. Depois de demonstrar que as células eram pluripotentes, a equipe mostra o potencial que estas células têm no teste de drogas e na terapia celular.
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Abril 2001 ? Grupo da Califórnia separa pela primeira vez células-tronco mesenquimais de tecido adiposo. 
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9 de agosto de 2001 – O presidente George W. Bush autoriza o uso de fundos federais para a pesquisa utilizando um número limitado de linhagens de células-tronco embrionárias humanas já existentes.
2002 ? Fundada a International Society for Stem Cell Research (ISSCR)
05 de abril de 2002 – Uma equipe do Whitehead Institute (MIT e Harvard ? EUA), relata o uso combinado de terapia celular e gênica para tratar um modelo de camundongo com deficiência imunológica. 
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Dezembro de 2004 –  Encontradas células-tronco mesenquimais no tecido do cordão umbilical.
19 de maio de 2005 ? Grupo de cientistas sul-coreanos liderados por Woo-Suk Hwang anunciam o uso de clonagem terapêutica para criar 11 linhagens de células-tronco embrionárias. Seu paper é recebido com entusiasmo por toda comunidade científica, uma vez que pacientes poderiam receberam suas próprias células-tronco sem chance de rejeitar o transplantes, um problema recorrente em casos de transplante de órgão. No entanto, a revista Science posteriores publica uma retratação do paper de Hwang, revelando que os cientistas coreanos falsificaram seus resultados. Um choque para a comunidade cientifica. 
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29 de maio de 2008 – O Superior Tribunal Federal aprovou as pesquisas com células-tronco  embrionários no Brasil, sendo o primeiro país da América Latina e o 26º no mundo a permitir esse tipo de pesquisa e colocando-o no rol de países como como Finlândia, Grécia, Suíça, Holanda Japão, Austrália, Canadá, Coréia do Sul, Estados Unidos, Reino Unido e Israel. O artigo 5º da Lei de Biossegurança (Lei nº 11.105, de 24 de março de 2005) liberou no país a pesquisa com células-tronco de embriões obtidos por fertilização in vitro e congelados há mais de três anos. Atualmente, esses embriões são descartados após quatro anos de congelamento, mas os pais devem autorizar expressamente seu uso para efeito de pesquisa. Quando a lei foi aprovada, considerou-se um avanço – ao menos perto do que se tinha para a pesquisa com células-tronco no país pois a Lei de Biossegurança de 1995 proibia pesquisas com embriões, e os pesquisadores se viam obrigados a importar exemplares para realizar estudos básicos com células-tronco embrionárias.
25 de agosto de 2006 ? Os pesquisadores japoneses Shinya Yamanaka e Kazutoshi Takahashi anunciam a criação de células pluripotentes induzidas (células iPS) de camundongos. As células iPS são células adultas reprogramadas para funcionarem como células-tronco embrionárias, o que as torna um recurso valioso para compreensão de doenças humanas, teste de drogas e possivelmente para terapi celular. Estes ganham o prêmio Nobel em 2012 por seu trabalho.
Novembro / Dezembro de 2007 – Três equipes independentes no Japão, Wisconsin e Boston, liderado por Shinya Yamanaka, James Thomson  e George Daley, respectivamente, anunciam a criação de células iPS humanas. Geneticamente compatíveis com o doador, células iPS não seriam, teoricamente, rejeitadas pelo sistema imune, uma vantagem importante em transplantes.
Janeiro de 2008 ?  Equipe StemCorp publica trabalho internacional alertando que o tecido do cordão é mais rico em células-tronco mesenquimais que o sangue do cordão. 
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Abril 2008 ? Primeira publicação internacional de um grupo de pesquisa brasileiro com células-tronco mesenquimais de tecido adiposo. Mais uma vez pela equipe StemCorp. 
Maio de 2008 – O STF julgou a ação de inconstitucionalidade depositada em 2005 pelo então procurador da República Claudio Fonteles contra o artigo da Lei de Biossegurança. Em sua ação, Fontele argumenta que o artigo 5º da Constituição Federal garante o direito “à inviolabilidade da vida humana” e que os embriões são seres vivos. Alguns dos ministros do STF chegaram a propor restrições que inviabilizavam as pesquisas, mas acabaram sendo derrotados. Seis dos 11 ministros do STF consideraram constitucional o artigo da Lei de Biossegurança que permite as pesquisas com células-tronco embrionárias, colocando um ponto final da discussão. 
6 de agosto de 2008 ? Children?s Hospital Boston (EUA) anuncia a criação de 10 linhagens de células iPS de pacientes portadores de diferentes doenças genéticas. Visando fornecer aos cientistas modelos celulares de doenças como a síndrome de Down e distrofia muscular, e assim ajudá-los a encontrar novas formas para entender, prevenir e tratar essas doenças. Este trabalho foi reconhecido no final de 2008 pela revista Science como revelação do ano
27 de agosto de 2008 – Uma equipe de cientistas de Harvard (EUA) anuncia a transformação direta de uma célula pancreática em uma célula produtoras de insulina. Semelhante ao trabalho pioneiro de Andrew Lassar e Weintraub Harold em 1986, esta experiência mostra que é possível reprogramar um tipo de célula adulta em outro tipo de célula adulta, pulando o passo intermediário de criar células iPS. 
23 de janeiro de 2009 – A Geron Corporation anuncia aprovação no FDA (EUA) de um teste clinico fase I para estudo de um novo tratamento de lesões da medula espinhal. Esta foi a primeira aprovação do FDA de um ensaio clínico para uma terapia baseada em células-tronco embrionárias.
1 março de 2009 ? Equipe de cientistas em Toronto demonstra que é possível a criação de células  iPS de forma mais segura que os métodos anteriormente utilizados. Estes foram capazes de remover os genes necessários para reprogramação uma célula adulta em iPS após a célula estar reprogramada. O que diminui o risco de tumores se utilizadas para terapia celular.
As células-tronco são uma promessa para a medicina. Desde teste de novas drogas até a substituição de tecidos. Clinical trials estão em curso em todo mundo e a aplicação está mais que comprovada para muitas doenças. Veja nosso site para a lista completa de aplicações que estão a caminho. 

Tratamento com células tronco de gordura

Tratamento com células-tronco de gordura vem sendo pesquisado no mundo todo, pois as células-tronco de gordura têm um potencial muito grande em serem utilizadas no campo da medicina e também no campo da estética.

As células-tronco de gordura podem ser coletadas de algumas maneiras: é possível coletar células-tronco de gordura durante a realização de uma cesariana, também é possível coletar essas células durante um processo de lipoaspiração, além de ser possível realizar a coleta num procedimento que é parecido com a lipoaspiração, mas que vai coletar uma quantidade menor de células e usando um tipo de cânula bem menor, já que o objetivo é uma coleta e não o procedimento de lipoaspiração.

As células-tronco coletadas das células de gordura são do tipo mesenquimais e as pesquisas vem apontando um grande potencial no uso dessas células em tratamentos com células-tronco de gordura.

Isso porque, quando comparadas com outras células-tronco de um adulto, as células-tronco de gordura têm demonstrado maior capacidade de se dividir e se multiplicar com maior eficiência, além de estarem presente em grande quantidade na camada subcutânea da pele.

Outro fator que faz com que o tratamento com células-tronco de gordura seja pesquisado é que todas as pessoas possuem essas células, facilitando o uso no que se refere à rejeição após o tratamento.

Tratamento com células-tronco de gordura e a StemCorp

StemCorp acompanha os desenvolvimentos científicos e vem sendo parceira nas pesquisas que envolvem o tratamento com células-tronco de gordura.

Acreditamos que em breve será possível a realização de procedimentos com células-tronco de gordura, pela facilidade de se obter esse tipo de células, pela possibilidade de se realizar um tratamento sem rejeição e pela plasticidade da própria célula de gordura.

Venha fazer parte de nossa história de sucesso, fazendo o armazenamento de suas células de gordura com a StemCorp.

Para saber mais, clique aqui.