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É Possível Criar Osso Em Laboratório?

Uma equipe das Universidade de Glasgow criou pela primeira vez tecido ósseo em laboratório. A equipe criou um dispositivo que envia nano vibrações e o usou células-tronco mesenquimais em um gel de colágeno.

Os autores do artigo, publicado na revista Nature Biomedical Engineering, descobriram que pequenas vibrações, na frequência de 1000 hertz, fazem as células-tronco se transformarem  especificamente em osso. Com essa técnica a equipe conseguiu formar uma estrutura mineralizada até em moldes 3D impressos.

Este osso formado em laboratório não é tão duro quanto o osso encontrado no nosso corpo. Mas esse problema é resolvido uma vez que o molde é transplantado no corpo. O grupo começou a tratar cães que teriam as pernas amputadas por trauma. Eles viram que após o transplante, o osso de laboratório se fundiu com o osso do animal e se tornou idêntico ao osso original. Mostrando que nosso corpo vai servir como o biorreator final, crescendo as células e finalizando o processo de mineralização!

A ideia agora é usar esse gel de colágeno em fraturas ósseas, por ser mais maleável; e os moldes quando é necessário um grande enxerto. Os autores dizem que poderá ser usado também em osteoporose!  Melhor, como eles usam o gel de colágeno, não é necessário um doador, o que acaba com problemas de rejeição.

Células-Tronco Do Cordão Umbilical Tratam Insuficiência Cardíaca

A insuficiência cardíaca tem alta taxa de mortalidade. Cerca de 40% dos pacientes internados hospitais públicos e privados do Brasil morrem da doença. A estimativa é que 100 mil novos casos são diagnosticados a cada ano no país. É uma alta taxa de mortalidade e a busca de tratamentos eficazes que consigam melhorar as condições físicas dos pacientes é necessária.

Um estudo publicado na revista internacional Circulation Research, mostra um novo tratamento utilizando as células-tronco mesenquimais do cordão umbilical para insuficiência cardíaca. Neste, eles mostraram que a terapia com células-tronco melhorou a qualidade de vida dos pacientes!

No estudo foi realizado em 30 adultos com insuficiência cardíaca estável. Um ano após a terapia a fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) melhorou significantemente nos pacientes que receberam as células-tronco mesenquimais do cordão umbilical em comparação com os que receberam placebo.

A terapia é simples, consiste em tirar células-tronco mesenquimais do cordão umbilical e injetar via endovenosa nos pacientes. Além de não terem visto nenhum efeito colateral, os resultados positivos fizeram os autores ficaram animados! O estudo mostra que existe uma possibilidade de uma terapia não invasiva para este grupo de pacientes. E os portadores de insuficiência cardíaca enfrentam muitas dificuldades!

Os autores ainda discutem que existem estudos utilizando células-tronco de medula óssea com resultados positivos. Entretanto este é o primeiro estudo que mostra eficiência de células-tronco mesenquimais de cordão umbilical para insuficiência cardíaca. E vale lembrar que as células-tronco do cordão umbilical são mais jovens e por isso tem maior potencial, além de estarem mais disponíveis visto que cada vez mais os pais guardam essas células dos seus filhos.

Embora ainda precise testar o tratamento em um numero maior de pacientes, a terapia já se mostrou segura e levou a melhora significativa dos pacientes. Um novo estudo com um numero maior de pacientes já está começando para certificar estes resultados.

Mais um motivo para guardar as células-tronco mesenquimais do cordão umbilical do seu bebê!!

Testes No Tratamento Com Células-Tronco Da Lesão Da Medula Espinhal São Um Sucesso

Recentemente a fabricante de equipamentos médicos Japones, a Nipro, anunciou que vai lançar um tratamento baseado em células-tronco para pacientes com lesões da medula espinhal. O tratamento foi desenvolvido em colaboração com a Sapporo Medical University (Osaka, Japão). O seu ensaio clínico, que terminou em outubro de 2016, demonstrou que as células mesenquimais, após multiplicadas in vitro e re-injetadas no paciente, ficam concentradas nas áreas com maior lesão da medula espinhal e regeneram o tecido.

medula espinhal

Durante este período, cerca de 30 pacientes entre as idades de 20 e 64 anos foram submetidos a terapia com células-tronco autólogas para tratar uma lesão. Especificamente, as células tronco mesenquimais foram extraídas dos pacientes e levaram duas semanas para serem multiplicadas em laboratório. As células foram então injetadas por via intravenosa nos pacientes, até 54 dias após a lesão. O estudo demonstrou que as células-tronco administradas foram  até o lugar onde estava a lesão, se acumularam, ou melhor, regeneraram o tecido!

A terapia já está em avaliação pelo Ministério da Saúde, do Trabalho e do Bem-Estar Japonês e será registrada como tratamento na área de medicina regenerativa. Apesar deste sucesso, desafios técnicos ainda precisam ser superados antes do tratamento estar amplamente disponível. Como por exemplo, com os atuais procedimentos manuais, os técnicos podem cultivar células-tronco suficientes para tratar apenas 100 pacientes por ano. No Japão, 200 mil pessoas atualmente sofrem de lesão da medula espinhal, o que aumenta em cerca de 5000 pessoas por ano. Estima-se que ocorram a cada ano no Brasil mais de 10.000 novos casos de lesão medular. A empresa está desenvolvendo tecnologia para cultuvar células em grandes quantidades e treinar os profissionais para ter células em quantidade suficiente!

Nós já falamos aqui sobre o caso da Lais Souza, que mostrou resultados positivos com uso de células-tronco mesenquimais para lesão de medula. O uso das células-tronco no caso da Laís mostra que é possível sim aplicar as células mesmo sem ter uma terapia de rotina aprovada no país. No Brasil existem vários casos de uso aprovados baseados em analise de caso a caso. Por isso a importância de guardar as suas células-tronco. No caso de uma lesão, ter suas células-tronco jovens guardadas pode representar a uma grande diferença na terapia.

Terapia Celular Para Dor Lombar Crônica Pode Diminuir O Uso De Opioides

Uma simples injeção de células-tronco pode aliviar a dor nas costas por até três anos e acabar com a epidemia de remédios como os opióides, que agem no sistema nervoso e mataram 33 mil pessoas por overdose nos EUA apenas em 2015.

O tratamento com células-tronco pode finalmente trazer alívio à milhões de pessoas que convivem com a dor lombar crônica. A terapia pode se tornar uma ferramenta crucial no combate à epidemia de opióides que atualmente mata milhares de pessoas nos Estados Unidos.

A overdose de opióides quadruplicaram desde do ano de 1999 nos EUA, os casos os representaram 33 mil mortes em 2015. Muitas dessas mortes são de pacientes portadores de dor lombar crônica que se tornam viciados em drogas como oxicodona, hidrocodona ou metadona para aliviar a dor. É um problema de saúde publica tão comum que afeta cerca de 28 milhões de pessoas nos EUA. A crise é tão grande que recentemente foi pauta de um documentário da HBO.

As células-tronco vem como possível solução para acabar com a dor lombar sem uso de opioides. As células são injetadas entre as vértebras, cada dose contém cerca de 6 milhões de células. Foi verificado que elas reduzem a inflamação e secretam fatores que ajudam a reconstruir o tecido danificado. Em experimentos em ovelhas, essas células reconstruíram completamente os discos vertebrais danificados.

“Em 100 pacientes, foi observada melhora substancial na função e alívio da dor, efeito que durou dois anos ou mais. Se os resultados se repetirem nos testes maiores que estamos fazendo, podemos esperar que as pessoas se afastem dos opióides”, disse Silviu Itescu da empresa Mesoblast em Melbourne, na Austrália.

As células estão sendo testadas especificamente para tratar a doença degenerativa do disco que representa cerca de 22% dos casos de dor lombar crônica nas costas. Os discos entre nossas vértebras atuam como amortecedores, mas podem secar por desgaste ou envelhecimento. Isso faz com que eles se encolham, reduzindo seu poder de amortecimento e potencialmente pinçando nervos. A lesão no disco também pode desencadear inflamação, o que agrava ainda mais a condição.

Uma injeção das células foi suficiente para ajudar metade daqueles tratados a não sofrer dor nas costas durante dois anos. Alguns participantes já ficaram isentos de dor por três anos.

Teste Clinico De Sucesso Para Reparo De Cartilagem Com Células-Tronco É Finalizado!

Alguns estudos pré-clínicos e clínicos já mostraram que a utilização de células-tronco mesenquimais para o reparo de cartilagem do joelho é uma terapia promissora. Falamos aqui no blog algumas vezes.

Agora um grupo holandês publicou na revista StemCells, uma revista de grande impacto internacional, os resultados do novo teste clinico. A estratégia envolve a co-injeção de condrócitos e células-tronco mesenquimais (MSCs). Acredita-se que as células-tronco mesenquimais estimulam a produção de cartilagem do paciente. Esta estratégia foi muito bem sucedida e passou para o próximo teste clinico.

O grupo injetou 35 pacientes e deu um seguimento de 18 meses. As idade dos pacientes foi de 30 ± 8 anos, com um tamanho médio de defeito da cartilagem articular de 3,2 ± 0,7 cm2. Não foi observado nenhum efeito colateral à injeção, sugerindo a segurança do procedimento. E ainda melhor, o tratamento levou à uma melhora clínica e a uma redução estatisticamente significante na dor, sugerindo ainda mais, a eficácia do tratamento! As imagens de ressonância magnética (MRI) mostraram a presença de tecido de cartilagem recém formado e as amostras da cartilagem no joelho mostraram características de um tecido recém reparado. Mostrando que a terapia que resultou no reparo da cartilagem!

Cada dia que passa mais testes clínicos estão sendo finalizados e publicados em revistas de alto impacto. Mostrando a eficiência do uso de células-tronco mesenquimais para o diferentes tratamentos. Guardar as células-tronco para uso futuro é uma garantia que, em uma necessidade de uso, você terá células jovens com maior potencial de regeneração.

Dieta Aumenta O Numero De Células-Tronco Em Camundongos

Um estudo realizado por oito pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e publicado na Cell Reports concluiu que restringir o consumo de calorias na dieta de camundongos preserva a saúde da pele desses animais ao aumentar sua quantidade de células-tronco. Além disso, a restrição induz o desenvolvimento de um pelo específico, chamado “guard”, que diminui perdas de calor com o meio externo e ajuda a regular a temperatura do corpo.

A pesquisa comparou camundongos submetidos à restrição calórica e de peso saudável a outros com obesidade leve. Os resultados apontaram que os animais que seguiram uma dieta mais enxuta em calorias sofreram expansão de 20% a 80% no número de suas células-tronco da pele e do pelo.

O artigo sugere também que o “guard”, grosso e mais longo que outros pelos, é uma adaptação a um cenário em que a absorção de energia é mais limitada. Ele serve como um bom isolante térmico e ocorre cerca de duas vezes mais (de 6% a 8% do total dos pelos) nos camundongos que seguiram a dieta se comparado aos camundongos obesos.

O achado é particularmente importante porque não só nos ajuda a entender como o corpo responde à restrição de calorias, mas também porque indica possíveis linhas de pesquisas para minimizar processos de envelhecimento da pele.

Más Notícias Para Terapias Com Células Tronco Embrionárias

As células-tronco podem ser classificadas de acordo com seu potencial de gerar outros tipos de células. As células-tronco embrionárias são aquelas retiradas do embrião e que tem o maior potencial de diferenciação, podendo se diferenciar em todos os tipos de células do corpo humano e os anexos embrionários. Visto todos os impasses éticos e a dificuldade de se obter células-tronco embrionárias, os cientistas procuraram maneiras de obter células-tronco com o mesmo potencial a partir de células adultas. E tiveram sucesso, foram criadas as iPS (induced pluripotent stem cells),  as células-tronco pluripotentes induzidas. Estas  são artificialmente derivadas de outro tipo de célula, tipicamente de uma célula adulta. E esta indução é causada pela indução da expressão de um grupo de genes.

Muitos creditam que tanto as células iPS quanto as embrionárias podem revolucionar a medicina, uma vez que, tendo a capacidade de se diferenciar em qualquer tecido de um organismo adulto, podem, um dia, reconstituir tecidos lesionados, fazer novos órgãos e ainda auxiliar no desenvolvimento de drogas.

Ainda se comparadas com as células-tronco embrionárias (que tem a mesma potência) as iPSCs possuem uma vantagem, do ponto de vista terapêutico, elas não vão causar rejeição. Se necessária uma terapia, as células podem ser retiradas da pele de um individuo e ser programadas para virar iPS.

Mas ter o potencial de uma célula-tronco embrionária não é totalmente positivo. Este potencial carrega uma alta taxa de multiplicação, ou seja, estas células se dividem muito e com rapidez. E o que se divide assim? Células tumorais, ou seja, de câncer! Por isso os cientistas vem utilizando estas células com muita cautela e alertando a comunidade para os riscos na sua utilização. Neste sentido este mês, um grupo de pesquisadores de Harvard publicou um estudo na Revista Nature que veio como um balde de água fria. A equipe descobriu algumas linhagens de células-tronco embrionárias humanas cultivadas em laboratório nos Estados Unidos têm células cujas mutações no DNA em genes que podem causar câncer. Pior: duas das linhagens já foram testadas em seres humanos. Felizmente nenhum desses pacientes ainda desenvolveu câncer, mas há um risco muito grande da pessoa desenvolver a doença. Mostrando que, diferentemente das células-tronco adultas, as embrionárias ainda estão longe de poderem ser aplicadas com segurança em seres humanos.

Nosso grupo acredita no potencial das células-tronco adultas. E por isso mostramos que, além de poderem ser utilizadas para diversas doenças, elas não tem risco elevado de formar tumores.

Neste sentido, estas células-tronco tem um potencial de uso enorme e mais seguro para curar lesões ou até regenerar tecidos ou órgãos. Estas células tem alto potencial de regenerar tecidos (olhem outros posts do nosso blog). Quanto mais jovens forem armazenadas maior seu potencial.

E ainda mais, a equipe StemCorp foi a primeira a realizar estudos científicos no Brasil e possui toda expertise para obter estas células-tronco e entrega-las nas condições certas para aplicação. Sempre procure saber a qualidade da equipe que está cuidando das suas células e por consequência, da sua saúde ou de seu filho!!!

Tratamentos Com Células-Tronco Estarão Prontos Para Substituir Medicamentos Em Até 10 Anos

Você sabe porque os serem humanos estão vivendo mais e com mais qualidade? Por causa dos avanços na ciência e na tecnologia. Estes avanços já levaram à cura de inúmeras doenças e à identificação de medicamentos para diversas outras. Entre as grandes descobertas estão as células-tronco. As pesquisas com células-tronco estão a todo vapor. E com isso, muitas doenças que hoje são tratadas com medicamentos, podem ser curadas nos próximos anos com a utilização de células-tronco.

A maioria dos casos, os cientistas estão desenvolvendo novos tratamentos com células-tronco visando renovar ou regenerar os tecidos. Mas estas células não tem somente poder regenerativo, elas podem liberar fatores que melhorem a condição do tecido doente.

Já sabemos que as células-tronco mesenquimais tem maior potencial e podem ser obtidas a partir do cordão umbilicaldente de leite e gordura, estas podem ser mantidas congeladas. Mas vale lembrar que quanto mais jovem as células-tronco, maior o potencial delas. Porque o potencial diminui à medida que uma pessoa envelhece. Por isso é importante guardar o quanto antes. A StemCorp é o único banco brasileiro de células-tronco especializado em mesenquimais.

Entre as muitas doenças foco, a maioria tem caráter degenerativo, como a insuficiência renal e o enfraquecimento dos músculos cardíaco por exemplo.  No futuro estas podem ser curadas através da injeção de células-tronco. Os tratamentos utilizando células-tronco já são realidade em muitos países, embora para algumas doenças eles ainda estão sendo desenvolvidos.

Embora atualmente os tratamentos com células-tronco ainda não estejam disseminados, os cientistas estão muito otimistas vendo o numero de testes clínicos em andamento e muitos já finalizados.

Para algumas doenças onde o tratamento é feito com medicamentos, somente sintomático. As células-tronco poderão regenerar o tecido danificado e levar à cura da doença. E por isso irá substituir o uso de medicamentos. Os tratamentos com células-tronco estarão pronto para substituir os medicamentos no prazo de 5 a 10 anos.

Descoberta De Causa Da Calvície Pode Levar A Novo Tratamento

Sempre falamos sobre calvície no nosso blog. Porque a queda de cabelos era associada a deficiência nas células-tronco. Mas recentemente cientistas norte-americanos parecem ter descoberto a causa até então desconhecida para a calvície e seus possíveis tratamentos. Ao investigarem o papel das células T reguladoras na saúde da pele, os cientistas notaram que as células participavam ativamente no processo de crescimento de cabelos.

Geralmente, as células T reguladoras (também chamadas de Tregs) são associadas ao controle de inflamações. Contudo, neste estudo, pesquisadores da Universidade da Califórnia, em São Francisco, revelaram que as Tregs ativam células-tronco da pele para que ocorra o crescimento de cabelos. Antes, acreditava-se que as células-tronco faziam esse trabalho sozinhas.

Michael Rosenblum, autor principal da pesquisa, afirmou que isso significa que se as células T não estão ativadas ou têm algum defeito, elas podem influenciar na capacidade das células-tronco de regenerar os folículos capilares, levando à calvície.

Os cientistas, então, se aprofundaram no tema e realizaram exames de imagens. Esses revelaram que as células T estão conectadas às células-tronco nos folículos capilares que ajudam a regenerar os pelos. O número de Tregs triplica ao redor das células quando os folículos entram no ciclo de regeneração.

Para os pesquisadores norte-americanos, a falta de Tregs pode causar a alopecia, uma doença autoimune que faz com que o cabelo caia repentinamente em grandes quantidades. A alopecia é tão comum quanto a artrite reumatoide e mais comum do que a diabetes tipo 1.

Segundo o cientista, estudos feitos anteriormente mostram que os genes associados à alopecia estão quase todos relacionados a Tregs. Ele aponta que os tratamentos que estimularam as células T se mostraram eficazes contra a doença. Ele ainda especula que pesquisas mais avançadas sobre o assunto precisam ser feitas para que sejam criados melhores tratamentos para condições mais comuns, como a calvície masculina.

Além da relação entre a perda de cabelos e as Tregs, Rosenblum também quer explorar se essas células tem algum papel na cicatrização de feridas. Afinal, as células-tronco em folículos tem envolvimento na regeneração da pele após lesões.

Mais uma vez é importante ter o olho na pesquisa para poder entender melhor a aplicação das células-tronco. E por isso nossa equipe está sempre atualizada nas novidades!!

Suíça Está Regulamentando A Terapia Com Células-Tronco Para Doença De Crohn

A Agência Suíça de Produtos Terapêuticos, ou Swissmedic, está regulamentando a utilização de células-tronco para a doença de Crohn, após reconhecer que são necessários melhores tratamentos para esta debilitante. O Comitê de Medicamentos para Uso Humano da Agência Europeia de Medicina estão revisando a terapia celular para fístulas relacionadas a Crohn. A aprovação desta comissão irá levar à liberação do pelo comitê europeu.

A terapia com células-tronco para doença de Crohn já foi assunto do nosso blog algumas vezes (veja mais aqui). A Doença de Crohn é uma doença inflamatória intestinal que causa diarreia, cólica abdominal, febre frequente e, às vezes, sangramento retal.

As células-tronco revelaram-se um tratamento seguro e eficaz (já foram finalizados testes Clínicos fase 3) para fístulas em pacientes com Crohn.  A terapia é derivada de células-tronco mesenquimais retiradas da gordura de lipoaspiração.

Além das células-tronco mesenquimais poderem se transformar em outros tipos de tecido, incluindo osso, cartilagem e músculo, estas células tem características anti-inflamatórias e imunomoduladoras. Podendo modificar ou regular funções imunológicas. Sendo assim são perfeitas para terapias de doenças auto-imunes, como a doença de Crohn.