Lutador Do UFC, Rockhold Realiza Tratamento Com Células-Tronco Para Curar Seu Joelho
As pessoas sofreram com um AVC tiveram uma notável melhoria na fala, força e na sua mobilidade após transplante de célula sem seus cérebros. Sendo que alguns pacientes até mesmo recuperaram sua capacidade de locomoção.
Ainda é muito cedo para falar em uma terapia comercial, mas o sucesso deste ensaio sugere seriamente na capacidade do cérebro de se curar. Sendo possível recuperar a funcionalidade perdida.
“Uma mulher de 71 anos só conseguia mover o polegar esquerdo no início do tratamento.Ela agora pode caminhar e levantar o braço acima da cabeça?, disse o neurocirurgião e pesquisador principal, Gary Steinberg, da Universidade de Stanford (EUA).
Este é o segundo estudo que analisou como injeções de células-tronco no cérebro do paciente podem melhorar a recuperação do AVC. O primeiro realizado no Reino Unido, no ano passado, também mostrou resultados promissores em pacientes após um ano de tratamento.
Como funciona o processo?
A técnica consiste na injeção de células-tronco através de um furo no crânio em regiões do cérebro que são conhecidas por controlar os movimentos motores e que foram danificadas por acidente vascular cerebral.
A equipe ainda não sabe exatamente como isso ajuda na mobilidade, mas com as células-tronco parece que o cérebro tem a chave para se tornar “jovem” novamente. As células-tronco injetadas são as chamadas células mesenquimais. Neste processo foram doadas por dois voluntários saudáveis ??e geneticamente modificadas para expressar um gene chamado Notch1 – conhecido por desencadear o desenvolvimento cerebral em bebês. Cada paciente recebeu cerca de dois, cinco ou 10 milhões dessas células.
Por mais promissor que pareça promissor, ainda há muito a ser feito antes que isso se torne um tratamento viável. Mas há razão para ficarmos animados. Os resultados mostram que o tratamento é seguro e pode ser capaz de restaurar movimentos anteriormente perdidos após AVC. O estudo ainda sugere que o tratamento com células-tronco pode promover a recuperação de pacientes um tempo depois de ter sofrido um acidente vascular cerebral.
Os americanos gastam entre um e quatro bilhões de dólares por ano em tratamento para a perda de cabelos. Para resolver esse problema, quatro cirurgiões nos Estados Unidos estão testando um tratamento com células-tronco em um procedimento não-cirúrgico.~
Kenneth Williams, D.O., da Orange County Hair Restoration em Los Angeles, Califórnia (EUA), pode ter uma nova esperança para milhões de pessoas. Ele está executando um ensaio clínico que usa células-tronco e plasma rico em plaquetas, ou PRP, para tratar a calvície.
“O estudo usa células-tronco e estas ajudam a regenerar ou estimular folículos pilosos inativos ou latentes. Essa é a teoria por trás do procedimento”, afirmou.
O cientista está utilizando a gordura do abdômen, separa as células-tronco mesenquimais e as mistura com o próprio plasma do paciente. Em seguida, com 300 tiros, injeta a mistura no couro cabeludo, duas vezes ao longo de um período de três meses.
“Esses pacientes estão vendo algumas diferenças na densidade do cabelo. Estamos esperando os resultados finais, que levam nove a 12 meses após a administração?.
O procedimento é apoiado pelo NIH, o que mostra a qualidade cientifica.Mas o tratamento é financiado pelo paciente, o que significa que eles vão pagar um custo reduzido do procedimento.
Os pacientes que tiverem sua gordura guardada podem fazer injeções continuadas o que aumenta ainda mais a eficiência do tratamento. Por isso é importante guardar a gordura.
De acordo com pesquisadores da Universidade de Medicina da Pensilvânia, as células-tronco mesenquimais retiradas da gordura têm maior potencial para tratamentos antienvelhecimento. Eles fizeram a descoberta depois de desenvolver um novo modelo para estudar o envelhecimento cronológico dessas células. Eles publicaram suas descobertas este mês na revista internacional StemCells.
Eles compararam as células-tronco de gordura com outros tipos de células do organismo adulto. Mostraram que as células-tronco de gordura estão em maior quantidade e são capazes de se dividir e se multiplicar com mais eficiência.
As células tronco são atualmente utilizadas numa variedade de tratamentos antienvelhecimento e são normalmente coletadas a partir de uma variedade de tecidos. Esta descoberta que as células-tronco de tecido adiposo tem capacidade maior de se multiplicar que outras fontes do corpo pode abrir a porta para novas terapias na prevenção e tratamento de doenças relacionadas com o envelhecimento.
A glomeruloesclerose segmentar e focal (Gesf) é uma doença renal que dá poucas esperanças aos seus pacientes. O tratamento consiste basicamente de corticoides e imunossupressores, o que nem sempre tem boa uma resposta, já que parte dos doentes desenvolve resistência aos medicamentos e o quadro acaba evoluindo para insuficiência renal crônica. Com indicação para a hemodiálise, esses pacientes terminam engrossando as filas de transplante.
?Isso sobrecarrega e onera o sistema público de saúde. Logo, contar com uma alternativa que impeça essa evolução e permita que esses pacientes consigam viver como doentes crônicos e com melhor qualidade de vida já é um grande avanço?, fala o médico Marcelo Morales, Professor Associado da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que estendeu suas pesquisas sobre a utilização de de células-tronco no tratamento de doenças pulmonares, como a silicose e fibrose cística, para doenças renais, como a Gesf e a nefropatia diabética. Ele acredita que, também nestes casos, em que há lesão renal, as células-tronco sejam uma opção eficiente.
Na silicose pulmonar, provocada pela inalação de poeira de sílica, um processo inflamatório lento e contínuo que vai gradativamente transformando o tecido pulmonar em tecido cicatricial. Como todos sabem, as células-tronco têm poder anti-inflamatório e antifibrótico. Elas liberam moléculas, proteínas e fatores que modulam a resposta inflamatória.
?Na silicose, pudemos perceber que, em animais, o tratamento impede a evolução da doença e ainda que já era possível aplicá-lo com segurança em seres humanos?, disse o médico.
No caso das doenças renais, o pesquisador pôde observar que as células-tronco tem o mesmo papel que nos casos de silicose. O que é um passo para uma técnica que pode melhorar a condição do paciente e as filas de transplante.
Segundo o pesquisador, mais testes devem ser feitos para que a terapia esteja disponível para o público. Mais testes dependem de financiamento, logística e interesse do poder público para que esses procedimentos. Entretanto os dados já mostram que a aplicação de células-tronco em caso de doenças pulmonares e renais é possível e pode se tornar rotina em um futuro próximo.
Um artigo publicado em uma revista internacional mostra a eficiência, viabilidade e a segurança da terapia baseada em células-tronco tecido adiposo para fistulas perianais da Doença de Crohn. O estudo foi desenhado como um ensaio clínico randomizado para verificar a eficácia do uso de ASC no tratamento de fístulas perianais complexas.
Foram realizados transplantes de células-tronco mesenquimais de tecido adiposo em 49 pacientes com fístulas perianais complexas. Foram avaliadas a cura da fístula e qualidade de vida dos pacientes depois oito semanas e um ano. Os resultados foram animadores: a cura foi observada em 71% pacientes que receberam células-tronco mesenquimais de tecido adiposo, enquanto somente 4% tiveram remissão da doença somente com cola cirúrgica (tratamento convencional).
Nenhum paciente teve efeitos colaterais mostrando que a aplicação destas células é segura. Este estudo mostra mais uma vez que as células-tronco mesenquimais de tecido adiposo podem ser utilizadas em fistulas perianais de doença de Crohn com segurança e o tratamento é eficiente em seres humanos. Alguns países já liberam o uso de células-tronco mesenquimais para doença de Crohn devido aos ótimos resultados, como este, em testes clínicos.
A doença degenerativa do disco (DDD) é parte do processo natural de envelhecimento. À medida que envelhecemos, os nossos discos intervertebrais perdem sua flexibilidade, elasticidade e características de absorção de choque. Um estudo publicado revista Surgical Technology International, nos Estados Unidos, parece ter descoberto um tratamento eficaz para a doença utilizando-se células de medula óssea concentrados autólogos (BMC), que indica um resultado favorável de concentração de células- tronco na redução da dor.
O uso de células-tronco adultas é uma inovação que promete menos complicações e melhora da função em pacientes que sofrem da doença e das dores constantes. Em média, os resultados mostraram uma redução na dor de 22,8 a 29,2% em 3 meses, 24,4 a 26,3% em 6 meses e 25 a 33,2% em 12 meses.
Os artigos científicos publicados são um parâmetro de análise tendências de novas tecnologias, incluindo as possíveis terapias que virão para o mercado nos anos seguintes.
Os cinco dos tipos de células-tronco mais utilizados ??na pesquisa são as células embrionárias, mesenquimais, as hematopoiéticas, neuronais e as pluripotentes induzidas. Se analisarmos as publicações científicas que utilizam estas células-tronco em bases de dados podemos ter uma amostra de como está a tendência de uso destas células.
Como base de dados temos: O PubMed – Serviço da Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos; e os Institutos Nacionais de Saúde (NIH), contém mais de 19 milhões de artigos científicos desde os anos 50.
A análise de bases de artigos científicos comparando estes cinco tipos de células-tronco mostrou que, recentemente, existe uma mudança no padrão de publicações. Indicando então uma preferência na utilização de um tipo destas células na pesquisa, veja os gráficos abaixo.


Como podemos observar no gráfico acima, as células-tronco hematopoiéticas foram o tipo mais utilizado em pesquisas até 2014 nas pesquisas. Já no ano passado houve uma mudança, as células-tronco mesenquimais, pela primeira vez, ultrapassaram as células hematopoiéticas.
Além disso, as células mesenquimais foram o único tipo de células-tronco dos cinco analisados ??que tiveram um aumento de publicações científicas 2014-2015. Todos os quatro dos outros tipos tiveram uma diminuição.
Esta tendência mostra o aumento no uso de células-tronco mesenquimais e o seu maior potencial. Sempre procuramos embasar nosso conhecimento em artigos científicos. Por isso esta mudança no número de publicações é importante para mostrar que estamos no caminho certo armazenando as células-tronco mesenquimais, visto seu maior uso.
Equipes de pesquisadores da Cedars-Sinai Heart Institute, Minneapolis Heart Institute, Scripps Medical Center, University of California em San Diego, Duke Clinical Research Institute, Johns Hopkins Hospital e Columbus Biometrics estão planejando realizar um teste clínico com uma mistura de células cardíacas e células-tronco mesenquimais em pacientes que sofreram ataque cardíaco. O objetivo é regenerar o tecido do coração e melhorar sua função em pacientes que sofreram de infarto do miocárdio.
Os pesquisadores preveem um aumento no numero de infartos de miocárdio visto que a população está envelhecendo mais e devido ao estilo de vida adotado. Com isso esta terapia pode beneficiar muitos pacientes.
O transplante já se mostrou eficiente em pacientes com infarto do miocárdio. Entretanto os pesquisadores vão aumentar o numero de integrantes do estudo. Os pacientes receberão células-mesenquimais de doadores, visto que não é possível retirar células mesenquimais em uma pessoa com infarto de miocárdio e ter células-tronco prontas à tempo do transplante. Os pesquisadores acreditam que estas células-tronco do doador tem baixo potencial de serem rejeitadas após o transplante, mas se estes pacientes tivessem suas células-tronco já guardadas o resultado seria melhor.
Se os pacientes tivessem guardado as células-tronco mesenquimais do cordão umbilical, dente ou gordura não iriam precisar de doadores no caso de um infarto. Por isso a StemCorp sempre alerta para a importância de armazenar as células-tronco mesenquimais para uso futuro, assim você terá células-tronco prontas em casos onde suas células-tronco mesenquimais não podem ser retiradas a tempo de serem utilizadas (queimaduras, infartos…).
De acordo com os dados de um novo estudo chamado ?POSEIDON-DCM?, pacientes com cardiomiopatia dilatada não isquêmico tratados com células-tronco mesenquimais tiveram uma melhora significativa da doença.
“Há uma grande necessidade de um tratamento para miocardiopatia dilatada não isquémica. Esta é uma doença muito crítica que afeta pessoas de todas as idades”, afirma o pesquisador responsável pelo estudo.
Todos os pacientes receberam 100 milhões de células por injeção. Não foram observados efeitos adversos no tratamento. Os pacientes que receberam células-tronco aumentaram sua capacidade ambulatória em geral. Em todos os testes realizados pela equipe o grupo tratado apresentou melhora.
Os pesquisadores associam a melhora ao efeito imunomodulador destas células. As células-tronco mesenquimais funcionam como uma farmácia, elas secretam substâncias que podem melhorar sem ter que substituir o órgão danificado. No caso do coração, elas não se transformam em tecido cardíaco, elas secretam fatores que melhoram o tecido danificado.
O grupo está começando outro estudo fase três, último antes da terapia ser liberada para o uso. Portanto, se tudo for como esperado, logo mais teremos um novo tratamento para cardiopatia dilatada com células-tronco mesenquimais!